"A escrita conjunta só é gratificante quando os participantes se harmonizam e valorizam um ao outro." Sob essa perspectiva é que Edna Domenica Merola apresentará na palestra do dia 11 de abril, às 19 horas, na sala multimídia do
Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), poemas que escreveu junto com outros autores Cassiano Silveira, Denise Wendshausen, Eduardo Martínez, Gilberto Motta, Lea Palmira e Silva, Marlene Xavier Nobre e Taís Palhares.
Ainda sob esse olhar, o compositor e letrista Josué Silva, conhecido como josueviolao, cantará versos de sua autoria e que trazem temas que dialogam com os poemas coletivos. A entrada é gratuita.
Durante a pandemia, em reuniões via digital, Edna Domenica Merola organizou as coletâneas temáticas "Tudo poderia ser diferente – inclusive o título" (Amazon, 2022) e "Do corpo ao Corpus" (Rocha Soluções Gráficas, 2022). Nessa segunda coletânea, uma das histórias – "Corpo a corpo" - foi escrita por diversos autores. Recentemente, via watsapp e e-mail, Edna e amigos se comunicaram e escreveram poemas coletivos, alguns publicados no Café Literário do Jornal Notibras.
Sobre os autores:
ANTONIO CARLOS (TATALO) FERNANDES: professor titular convidado da COPPE/UFRJ de engenharia naval e oceânica. Foi membro do GTP (Grupo Teatral Politécnico da USP). No Rio de Janeiro, fez curso de dança de salão com Jaime Aroxa e de declamador de poesia com Elisa Lucinda. Participa da Tertúlia Poética e do curso de Claudio Carvalho. Participa do livro publicado “Ninguém Escreve por Mim” organizado pelo último e editado por Cassiano Silveira.
ANTONIO GIL NETO: nasceu em Taiaçu, cidadezinha do interior paulista, em 1950. Graduou-se em Pedagogia e Letras. Ainda e jovem, mudou-se para São Paulo, onde construiu sua carreira profissional na área da Educação. Atuou em projetos de formação de educadores e em publicações didáticas vinculadas ao ensino de língua. Autor de livros de literatura juvenil: "A flor da pele" e "Cartas Marcadas", (Ed. Cortez/SP) e também organizador e autor de "A memória brinca: ciranda de histórias do ensino municipal paulistano", (Imprensa Oficial/SP). No primeiro livro que escreveu – "Brado Retumbante", (Ed. Olho d’Água/SP) – teve a graça de receber na contracapa generosas palavras de Paulo Freire. Participou da coletânea "Tudo poderia ser diferente – inclusive o título", e-book Amazon, 2022. Também em 2022, publicou seu primeiro livro de poemas "Inéditos, inexatos – uma coleção de água e vidro", pela editora Folheando. Depois publicou os livros de poesia: “Sem saber o Amor” (Ed. Primata), “Desertos, Pássaros, Quintais” (Caravana Editorial), “Silêncios, seus estilhaços de seda” (Ed. Folheando), “Água, pedra, flor” (Mondru Editora).
CASSIANO SILVEIRA: nasceu em Florianópolis (SC) e reside em Palhoça (SC). Historiador, atua na área da arqueologia desde 2010. Entre 2016 e 2017 trouxe a público, através do Facebook, as tirinhas cômicas "Os Cabeçudos", discutindo sobre o cotidiano de forma um tanto nonsense. Publicou artigos científicos: "Os Caixões Fúnebres na Capela de Nossa Senhora das Dores: Uso e Tipologia" (Revista Tempos Acadêmicos, 2012); e poemas: "Cama de Mármore" (Revista Poité, 2006), "Velório" e "Olho-mar" (ambos PerSe, 2021) e contos: "Patos" (InVerso, 2021), "Os dois hemisférios da alma" (Persona, 2021) e "A perfeição" (SENAI/CIMATEC, 2021), que lhe valeu menção honrosa no 1° Concurso Cultural Literatec – A vida numa sociedade tecnológica. Participou da coletânea "Tudo poderia ser diferente –inclusive o título", como autor, como responsável pela capa, projeto gráfico e diagramação. É autor do livro "Sobre o medo, a morte e a vida", disponível em formato físico e também em e-book na Amazon.com.br.
DENISE WENDHAUSEN: Nasceu, cresceu, estudou e trabalha em Florianópolis (SC). Psicóloga, escreve poemas que contemplam temas existenciais.
EDNA DOMENICA MEROLA: Nasceu, cresceu, estudou, trabalhou e se aposentou em São Paulo (SP). Bacharel em Letras, Psicologia e Pedagogia; especialista em Psicodrama e em Atenção à saúde da pessoa idosa, mestre em Educação e Comunicação. desenvolveu pesquisa sobre as aplicações do Psicodrama em oficinas de escrita criativa, parcialmente publicadas em "Aquecendo a produção na sala de aula" (Nativa, 2001) e de "Relógios de Memórias – cartas de uma artesã da escrita" (Postmix, 2017). É autora de poemas: "Cora, coração" (Nova Letra, 2011) e de ficção em prosa: "A volta do contador de histórias" (Nova Letra, 2011), "No ano do dragão" (Postmix, 2012), "De que são feitas as histórias" (Postmix, 2014), "As Marias de San Gennaro" (Insular, 2019), "O setênio" (Tão Livros Editora, 2024). Participou de várias coletâneas das quais ressalta as que comparece como organizadora: "Tudo poderia ser diferente, inclusive o título" (Amazon e-book, 2022) e "Do corpo ao corpus" (Rocha Soluções Gráficas, 2022). Em 2024, publicou textos curtos no Café Literário do jornal digital Notibras.
EDUARDO MARTÍNEZ: Nasceu no dia 25 de janeiro de 1967 no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. No entanto, apaixonado que é por Copacabana, muitas das suas histórias se passam no mais famoso bairro carioca. Atualmente reside em
Porto Alegre (RS). Por coincidência, reside num apartamento que pertenceu ao escritor gaúcho Caio Fernando Abreu. É formado em Jornalismo, Medicina Veterinária e Engenharia Agronômica. É autor de quatro livros ("Despido de ilusões", "Meu melhor amigo e eu", "Raquel", e o recente "Contos e crônicas por um autor muito velho"); além de dezenas de coletâneas. Escreve diariamente para o site de notícias Notibras.
GILBERTO MOTTA: Nasceu e cresceu em um pequeno circo-teatro no interior de São Paulo. Formou-se em Jornalismo e virou repórter de rádio e TV, escritor e professor universitário. É professor-mestre e aprendiz da vida. Rodou mundos e, aposentado, vive em 2025, numa cabana que fica numa pequena pousada na Guarda do Embaú (SC). Publicou vários textos nas coletâneas: "Tudo poderia ser diferente, inclusive o título" (Amazon e-book, 2022) e "Do corpo ao corpus" (Rocha Soluções Gráficas, 2022).
JOSUÉ SILVA: É compositor, cantor e violonista. Nasceu, cresceu e desenvolveu sua carreira de rádio, TV e shows, em Florianópolis (SC).
LÉA PALMIRA E SILVA – AZALEIA: É “manezinha” (nasceu na capital de SC). Em 2013, participou do concurso de Narrativas e Poesias do Sindprevs/SC e, em 2018, do Concurso Literário da Academia Criciumense de letras – ACL. Fez o curso de Contadores de Histórias no NETI – UFSC., em 2001, e posteriormente, as oficinas: Teatro da Terceira idade e Escrita Criativa. Foi integrante da ABCH de 2015 a 2023. E da ACONTHIF desde 2001. Participa do Projeto anti-racista Retintas 1 e 2 com poemas.
MARLENE XAVIER NOBRE: Nasceu, cresceu, casou e teve três filhos em Florianópolis (SC). Mudou-se para São José (SC), e aí vieram os netos. Em 2016, os vários cadernos preenchidos com suas escritas e guardados ao longo dos anos passaram a ser vistos por ela com novo olhar devido a sua ida ao NETI (UFSC, campus Florianópolis) para cursar oficinas de criação literária que utilizava recursos como a dança grupal e espontânea ao som de músicas clássicas. Em 2017, logo após participar de uma coletânea organizada pela ministrante das oficinas, lançou seu primeiro livro solo: "A meus queridos netos – cartas" (Postmix, 2017). Em 2019, cursou outra oficina, desta vez na Biblioteca do CIC, em Florianópolis, onde conheceu Brígida Poli que a apresentou ao editor da coleção "Palavra de Mulher" – Nelson Rolim de Moura. Em 2020, lançou, naquela coleção, seu segundo livro solo: "Lembranças e esperanças de uma mulher".
ROSILENE SOUZA: Mineira, desenvolve pesquisa nas linguagens artísticas: colagem, escrita criativa, fotografia e deficiência visual. Investiga o excesso de imagens e escritas consumidas e produzidas na sociedade. Participa de exposições, feiras e mostras de Arte. Tem trabalhos artísticos e literários publicados em revistas, livros (coletâneas "Do corpo ao corpus", organização Edna Merola, 2022, "Ninguém escreve por mim", organização Claudio Carvalho, 2024;
catálogos e blogs). Contos e ilustrações publicados pelo Café Literário no Notibras (2025).
TAÍS PALHARES: Paulistana, participou do Ateliê de Escrita da Biblioteca do CIC em 2019. Participou do Café Literário com os títulos: "Elas ainda estão aqui", "O Destino de Maria das Dores", "De que você gosta?" e "Conserta-se disco voador".
O Festival Inflamável chega à quarta edição e acontece de 9 a 12 de abril de 2025 na sala de cinema Gilberto Gerlach no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Viabilizado pelo Prêmio Catarinense de Cinema - Edição especial Lei Paulo Gustavo, por meio da Fundação Catarinense de Cultura e Governo de Santa Catarina e apoio do Museu de Florianópolis, é o único festival catarinense de cinema com projeção de filmes em Super 8 e em 16mm, com criação de curtas experimentais em tomada única de Super 8 produzidos pelo festival. O acervo de curtas da oficina do Festival Inflamável hoje supera a produção de mais de 80 filmes realizados e todos podem ser acessados digitalmente no site www.inflamavel.art.br. Todas as sessões, oficinas, eventos da programação do Festival Inflamável são gratuitos.
Nesta quarta edição foram realizados, com patrocínio do Festival Inflamável, um pouco mais de 20 curtas-metragens experimentais em Tomada Única de Super 8. De forma totalmente gratuita, artistas visuais, cineastas e técnicos audiovisuais foram selecionados para a terceira edição da Oficina de realização de curtas que ocorreu em junho de 2024 nas dependências do Museu de Florianópolis. Os filmes foram realizados entre agosto e dezembro de 2024 e encaminhados para revelação e digitalização. Todos os filmes expostos integrarão as sessões de projeção em Super 8 competitivas durante o evento de exibição.
Para a composição do corpo de jurados desta quarta edição teremos Guillermo Zabaleta, cineasta e artista audiovisual uruguaio cuja obra abarca o cinema experimental, as instalações interativas e a liderança do Lab FAC, em Montevidéu. Guillermo apresentará, juntamente com sua colega Doménica Piol, a performance Shangrilá, uma performance de cinema expandido com 3 projetores 16mm. Contaremos também com a presença no júri do professor Dr. Rafael de Almeida, do curso de Cinema e Audiovisual e do Programa de Pós-Graduação em Territórios e Expressões Culturais no Cerrado (Teccer) da Universidade Estadual de Goiás(UEG). Ele é realizador e pesquisador de cinema e audiovisual, além de curador. Rafael também participa oferecendo a Masterclass: Filme-ensaio - Por uma estética do fragmento ou quando as imagens pensam. Para completar o júri trouxemos nesta edição a cineasta, roteirista premiada Rosana Cacciatore que além do seu trabalho no cinema ficcional e documental integra também o Duo IT de música de improviso que se apresentará no Festival Inflamável acompanhando a performance Shangrilá.
Buscando alcançar também a participação das crianças, o Festival Inflamável convidou a cineasta uruguaia e integrante do coletivo FAC, Doménica Pioli para oferecer uma Oficina de criação em 16mm e revelação botânica para crianças e seus acompanhantes. Ampliar o olhar e a sensibilização sobre processos de criação fílmica experimentais com a utilização de plantas para revelar é uma das buscas principais do Duo Strangloscope que também realizará uma oficina de Fitogramas que é um tipo de cinema sem câmera com impressão de flores e folhas diretamente sobre película 35mm para qualquer tipo de público. Optando por oferecer um festival de curtas experimentais em Tomada Única de Super 8, o Festival Inflamável amplia as sessões de exibição, performance e instalação para os trabalhos realizados também em 16mm, slides e, nesta edição, contará também com projeção em 35mm.
No espaço expositivo do Museu de Imagem e Som de Santa Catarina (MIS/SC) será montada uma exposição de instalações em filmes analógicos e outras obras de cinema expandido.
Na programação do Festival Inflamável deste ano foi criada uma ação de Acessibilidade e Integração Sócio-Cultural de surdos, cegos e assistidos pelo CAPS visando não apenas sua participação como espectadores em sessões especiais de acessibilidade, como também criadores de cinema experimental participando ativamente das oficinas de criação de filmes sem câmera em 16mm que serão exibidos na Sala de Cinema Gilberto Gerlach e integrarão a programação do festival. Esta é uma busca por uma integração efetiva desse público que visa ampliar a participação democrática de todos.
Visando ampliar a relação do Festival Inflamável com os realizadores de cinema experimental em Super 8 e 16mm latinoamericanos e expressar nossa gratidão e admiração por este grande cineasta e curador de cinema argentino analógico, o cineasta homenageado este ano é o argentino Paulo Pécora. Paulo integra a equipe do festival desde a primeira edição como projecionista, jurado e curador de filmes argentinos. Ano passado, Paulo Pécora elegeu o Festival Inflamável para a estreia do seu longa metragem El pensamiento analógico, filme sobre o cinema analogico na Argentina e desta vez volta como projecionista de filmes em Super 8 e com a apresentação de uma performance inédita: Ensayo sobre un error recurrente, performance de projeção utilizando um projetor 35mm, dois projetores de slides e dois projetores de Super 8.
O Duo Strangloscope composto pelos cineastas radicados em Florianópolis Cláudia Cárdenas e Rafael Schlichting assinam o projeto artístico e curadoria do Festival Inflamável, e Maria Emília Azevedo a direção executiva numa produção da Dois Plátanos e co-produção da Câmera Olho Filmes.
Clique no link para conferir a programação:
:: PROGRAMAÇÃO OFICIAL DO FESTIVAL INFLAMÁVEL
Equipe do Festival Inflamável:
Produtora Executiva Maria Emília Azevedo
Direção de Produção
Duo Strangloscope e Maria Emília Azevedo
Direção Artística e Curadoria Duo Strangloscope
Oficina de realização de Curtas Experimentais em Tomada Única de Super 8: Duo Strangloscope
Oficinas de realização de Cinema sem Câmera para alunos com necessidades especiais Duo Strangloscope
Apresentadora Drag Suzaninha
Projecionista de Super 8 Paulo Pécora
Projecionista de Imagem e som digital Débora Herling
Produção:
Simone Bastos
Assistente de Produção Juci Wachholz
Assistente de Produção Guará
Cobertura do evento em vídeo/stills: André Cantuária
Tradutora/Intérprete de Espanhol: Grazi Labrazca
Assessoria de Imprensa LM Assessoria
Linete Braz Martins e Luiza Machado
Criação dos troféus:
Duo Strangloscope
Comunicação Visual (Design Gráfico)
Rafael Favaretto
Equipamentos Extras
Projetores de slides, retroprojetores e projetores de Super 8, 16mm e 35mm - Câmera Olho Filmes
No dia 25 de março, às 19h, a Sala Multimídia do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), no Centro Integrado de Cultura (CIC), recebe a programação do Cineclube África no Cinema. Nesta edição será exibido o filme "Nome" (Nome), inédito no Brasil, com entrada gratuita.
O Cineclube África no Cinema é uma das atividades de extensão universitária promovidas pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O projeto tem por objetivo geral a promoção da cultura cinematográfica com ênfase em filmes de diretores africanos, com produção africana e com filmagens em África. Visa divulgar a riqueza artística e cultural do continente africano através da exibição de filmes e promover conversas e debates sobre a produção cinematográfica africana e também sobre as representações da África no cinema. Os encontros são mensais e abertos ao público em geral.
África no Cinema tem curadoria dos pesquisadores Alex Brandão, Leonardo Breda e Renata Dariva do LEHAf/UFSC, laboratório coordenado pelo Prof.Dr. Sílvio Marcus de Souza Correa. O cineclube tem apoio institucional da Aliança Francesa de Florianópolis e da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC).
Após a exibição, a equipe que conduz o projeto realiza uma roda de conversa sobre o filme e temas correlatos.
Sobre o filme:
Nome (Nome)
Direção: Sana Na N'hada
País: Guiné-Bissau / França
Ano: 2023
Gênero: Drama
Duração: 112 min.
Sinopse: Guiné-Bissau, 1969. Uma guerra violenta coloca o exército colonial português contra os guerrilheiros do Partido Africano para a Independência da Guiné. Nome deixa sua aldeia e se junta aos maquis. Depois de anos, ele retornará para casa como um herói, mas a alegria logo dará lugar à amargura e ao cinismo.
A exposição "Carnaval, carnavais" tem visitação prorrogada até o dia 23/03 no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) e, no dia anterior, 22/03, às 10h, será feita uma roda de conversa com os artistas e curadores Alceu Bett, Diorgenes Pandini, Eneléo Alcides, Fabrício Tomazi,Joyce Mussi, Fernando Albalustro e Raul Antelo, com mediação de Rosângela Cherem.
A exposição traz um recorte com quatro diferentes percepções sobre o fenômeno multicultural e internacional, que no Brasil é apropriado como identidade nacional e ganha status de patrimônio cultural. Saiba mais.
O Festival Internacional AnimaVerso está de volta para sua segunda edição, que ocorrerá de 27 a 30 de março de 2025 no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. O evento, que tem como objetivo premiar e dar visibilidade a diversos artistas da animação, apresenta uma programação repleta de curtas e longas-metragens de diferentes estilos e origens, com uma mostra competitiva que destaca o melhor da animação mundial.
Idealizado pelos irmãos Jeremías e Iván Bustingorri, animadores e diretores independentes, o AnimaVerso busca ampliar o acesso e a compreensão sobre o universo da animação. Com coordenação de Mônica Stein, professora do curso de animação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e produção de Jéssica Martins, a segunda edição do evento oferece um palco para produções internacionais e nacionais que fomentam o debate sobre a arte da animação.
O AnimaVerso tem como missão não apenas premiar as melhores produções de animação, mas também contribuir para o crescimento e visibilidade do setor no Brasil e no mundo. Durante a programação, serão abordados temas que envolvem tanto a criação artística quanto questões atuais sobre representatividade, inclusão e inovação nas narrativas audiovisuais.
O evento conta com o apoio do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS-SC), que abrigará parte da programação, incluindo um Artist Alley, organizado pela ND Games, onde profissionais poderão expor e compartilhar seus trabalhos, fortalecendo a troca de experiências dentro do setor. Além disso, neste espaço haverá também exposições da Animaking, do projeto The Rotfather e do curso de Design de Jogos da Univali. As exibições de animações e palestras acontecerão na Sala de Cinema Gilberto Gerlach.
Nesta nova edição, o AnimaVerso celebra uma parceria mais do que especial: o lançamento da trilha FLIC. A Florianópolis Indústria Criativa é um laboratório criado pela PLOT KIDS, focado em formar profissionais qualificados para atender as demandas de um mercado exigente em excelência técnica e artística, visando a criação e desenvolvimento de conteúdos audiovisuais e de jogos. A FLIC trará para o festival uma série de palestras sobre diversos setores que envolvem a produção de animação, enriquecendo ainda mais a programação com valor e conhecimento. Com o objetivo de abrir um leque de possibilidades no setor audiovisual e de games, a FLIC lançará as inscrições do laboratório no evento. Por meio de experimentações e parcerias estratégicas, o laboratório se propõe fomentar a criação de produtos e obras audiovisuais primorosas, como também, jogos digitais diversificados, inovadores e com alto potencial no mercado global, fortalecendo a base da indústria digital, cultural e comercial.
A FLIC foi idealizada por Luiza Guerreiro, produtora executiva do laboratório e CEO da Plot Kids, e por Vanessa Rosa Gasparelo, diretora executiva do projeto e CEO da Descontínua Artes. A direção de produção fica a cargo de Matias Boeing Eastman, produtor da empresa Plot Kids. Além disso, a FLIC foi contemplada com o Prêmio Catarinense de Cinema - Edição Especial Lei Paulo Gustavo 2023, um reconhecimento importante para o desenvolvimento do projeto.
Programação Completa:
Dia 27 de março
● (14h) Mostra de Curtas Animação UFSC – Maiores de 14 anos (1 hora e 30 minutos de duração)
● (15:30h) Mesa Redonda: Mercado de Animação Catarinense
● (16:30h) Sessão de Avaliação de Portfólios
● (18h) Curtas Internacionais – Maiores de 16 anos (até 1 hora de duração)
● (19h) Pelikan Blue – Maiores de 14 anos (1 hora e 18 minutos)
Dia 28 de março
● (14h) Mesa Redonda: Animação e Representatividade: Construindo Narrativas Plurais no Audiovisual
● (15:30h) Palestra: Libras, Cultura Surda e Inclusão com "Min e as Mãozinhas"
● (16:30h) Palestra: Direção de Arte e Vida: das Garatujas ao Irmão do Jorel, com Allan Matias, diretor de arte
● (18h) Curtas Nacionais – Classificação Livre (até 1 hora de duração)
● (19h) Palestra: Voz Original e Dublagem para Animações, com Alice Monstrinho, Dani Tucuxi e Audrey H
● (20h) O sonho de Clarice – Classificação Livre (1 hora e 23 minutos)
Dia 29 de março
● (14h) Bate-papo: Desafios da Animação Tradicional, com Marão
● (15h) Estreia do Curta: “(S)warm” e conversa sobre Inovação em Métodos de Produção com a diretora Sophia Bahia
● (16h) Estreia: Uma viagem para “Praia do Pirata” seguida de bate-papo com a equipe
● (18h) Curtas Nacionais – Maiores de 12 anos (até 1 hora de duração)
● (19h) Bate-papo com Ale McHaddo, diretora do filme “A Lasanha Assassina”, seguida da Exibição do Filme
Dia 30 de março
● (14h) Palestra: Animaking: Uma História Quadro a Quadro
● (15h) Os Demônios do Meu Avô – Maiores de 12 anos (1 hora e 24 minutos)
● (16:30h) Curtas Internacionais – Classificação Livre (até 1 hora de duração)
● (18:30h) Palestra: Criação de Séries Autorais com Anderson Mahanski, co-criador de "Any Malu" e "Super Drags"
● (20h) Premiação
Novidades e mais informações são diariamente divulgadas pelo perfil de Instagram do festival (@animaversofest).