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No dia 7 de dezembro, às 19h, a Sala Multimídia do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) recebe a sessão de lançamento do curta-metragem "Gorete - O Início". A entrada é gratuita

A estreia marca não apenas o lançamento do filme, mas também o início de seu circuito cinematográfico, reafirmando o potencial cultural e criativo das produções independentes do sul do país. Realizado por Nícolas Mabilia e Guilherme Eyng, o filme chega ao público com o apoio do MIS/SC. Serão duas sessões de exibição do filme acompanhada de um debate ao final. O evento é indicado para maiores de 18 anos.

 

Sobre o filme

Gorete - O Início
Duração: 25 minutos
Classificação Indicativa: 18 anos
Gênero: Terror Trash
Direção: Nícolas Mabilia
Roteiro: Nícolas Mabilia e Guilherme Eyng
Elenco: Manuela Marchesini, Celma Ioci, Guilherme Eyng, Davi Saldanha, Clarissa Trojack, Isaac Miranda, Andressa Basso e Bruna Lionço
Produção: Arthur C. Della Giustina, Guilherme Eyng e Nícolas Mabilia
Fotografia: Leo Kaczorowski e Rodrigo Camargo
Edição: Nícolas Mabilia
Trilha sonora: Ricardo Mabilia
Arte: Sofia Soares e Lucas Schneider
Sinopse: "Gorete - O Início" é uma homenagem aos clássicos do horror trash dos anos 80, com um requinte brasileiro. A obra se passa em 1924 e acompanha a jovem Gorete lidando com as amarras da sua família e o terror que é viver no interior da serra gaúcha. Com uma estética que mistura a cultura dos imigrantes italianos e os filmes B dos anos 80, a obra propõe ao público uma experiência impactante e única por conta da temática e gênero pouco explorados.

A décima edição do Festival Internacional de Cinema Socioambiental PLANETADOC segue no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis, com uma programação que conecta cinema, ciência, territórios e justiça ambiental. Entre 24 de novembro e 6 de dezembro de 2025, o festival apresenta diversas sessões, com destaque para a roda de conversa entre três cineastas, marcada para o dia 5 de dezembro, às 18h30, na Sala Gilberto Gerlach no Passeio Sapiens (local alterado pela produção) — uma oportunidade rara para o público dialogar com Jorge Bodanzky, Vincent Carelli e Southgate, que há décadas atuam na linha de frente da defesa da Amazônia, dos povos indígenas e dos territórios ameaçados.

Mostra Cineastas: Bodanzky, Carelli e Southgate no CIC

A Mostra Cineastas celebra trajetórias fundamentais do cinema socioambiental brasileiro e internacional. No dia 3 de dezembro, às 17h, a programação abre com a exibição de “Ruivaldo, o homem que salvou a Terra”, de Jorge Bodanzky, seguida de debate com o cineasta, que estará presente na sessão. O filme acompanha a luta de Ruivaldo Nery de Andrade, morador do Pantanal, frente ao assoreamento do rio Taquari e à devastação do bioma, em um retrato comovente da resistência de um homem diante de uma tragédia ambiental anunciada. Na sequência, o público assiste a “Um Olhar Inquieto: O Cinema de Jorge Bodanzky”, longa que revisita imagens históricas da Amazônia e a trajetória do diretor, entre memórias pessoais e arquivos em Super 8.

No dia 5 de dezembro, o festival apresenta, às 17h, uma sessão de curtas do cineasta Todd Southgate, dedicada a conflitos socioambientais e à defesa dos territórios. Após a sessão, às 19h30, será promovida uma roda de conversa com Jorge Bodanzky, Vincent Carelli e Southgate, aproximando o público dos bastidores e das reflexões desses dois nomes centrais do cinema político e socioambiental no país. Evento transferido para o Passeio Sapiens.

Já no dia 6 de dezembro, às 17h, é a vez de “Martírio”, de Vincent Carelli, obra monumental sobre a violência histórica contra o povo Guarani Kaiowá e a luta pela retomada de seus territórios no Centro-Oeste brasileiro seguido da projeção de “As cores e amores de Lore”, longa de Jorge Bodanzky sobre a pintora alemã Eleonore Koch, única discípula de Volpi, em um encontro delicado entre arte, memória e maturidade afetiva.

Quem são os cineastas convidados

Jorge Bodanzky é um dos grandes pioneiros do cinema socioambiental brasileiro. Desde os anos 1970, seu trabalho expõe contradições do “progresso” na Amazônia, como em “Iracema, uma transa amazônica” (1974–75), filme realizado com Orlando Senna que já denunciava desmatamento, queimadas, exploração de trabalhadores e prostituição infantil às margens da Transamazônica, em contraste com a propaganda oficial da ditadura. Ao longo de décadas, Bodanzky construiu uma filmografia marcada pelo engajamento político, pela pesquisa de campo intensa e por uma linguagem híbrida entre ficção e documentário, que hoje inspira novas gerações de cineastas ambientais.

Vincent Carelli é antropólogo, indigenista e documentarista franco-brasileiro, nascido em Paris em 1953 e radicado no Brasil desde a infância. Criador do projeto Vídeo nas Aldeias, fundado em 1986/87, Carelli é referência incontornável quando se fala em cinema sobre, com e por povos indígenas no país. Seu trabalho articula formação de cineastas indígenas, produção de filmes e fortalecimento da identidade audiovisual dos povos originários, transformando a câmera em ferramenta de luta política e de afirmação cultural – perspectiva que encontra um de seus ápices em “Martírio”, obra que se debruça sobre a resistência Guarani Kaiowá.

Todd Southgate é cineasta e diretor de documentários ambientais nascido no Canadá, com formação em jornalismo e mestrado em Estudos Ambientais pela York University, em Toronto. Ao longo da carreira, produziu dezenas de filmes e reportagens sobre caça predatória, desmatamento, pesca industrial, conflitos ambientais e grandes projetos na Amazônia, colaborando com organizações como Greenpeace e International Rivers e ganhando destaque em redes televisivas internacionais.

Programação no CIC: territórios, memórias e juventudes em luta

A programação da décima edição do PLANETADOC no CIC começa na Sala Multimídia, em 24 de novembro, com uma mostra de curtas-metragens que percorre Amazônia, Pantanal, quilombos, cidades e memórias da água. Entre os títulos, “Amazônia Chama”, de Zefel Coff, sintetiza a devastação de 3,7 milhões de hectares queimados na Amazônia em 2022, enquanto “A Fumaça e o Diamante” acompanha uma noite na aldeia Catrimani, durante assembleia Yanomami, em meio à densa fumaça que toma o céu.

“Água” revisita lembranças dos moradores de Tiradentes e a transformação da relação da cidade com esse elemento vital; “Canto de Acauã” registra a luta de um quilombo contra o racismo ambiental e pela retomada territorial; “Colmeia” reflete sobre as tensões entre a exuberância da natureza e as paisagens construídas; “Cores Queimam” mergulha na recorrência das queimadas no Pantanal; “Quando começa a chover o coração bate mais forte” dá voz aos atingidos pelas enchentes históricas de 2024 no Rio Grande do Sul; e “Umassuma” constrói uma delicada animação sobre a relação afetiva entre um homem e uma árvore-samáuma centenária, em homenagem à ligação entre humanos e florestas.

No dia 25 de novembro, na Sala Gilberto Gerlach, o foco recai sobre produções brasileiras, muitas delas de Santa Catarina. “Garbo: a elegância é coletiva” revela a cooperação entre pescadores de tarrafa e os botos de Laguna, em diálogo com a ciência e a conservação marinha. “Era de Lúpus” propõe uma metáfora visual para uma sociedade em decadência, “Floresta, onde a terra respira – Floresta é cura” mostra a relação do povo Ashaninka com a floresta enquanto território de alimento e cura; “Adorável Evolução” imagina um futuro distópico em que tudo é lixo, visto pelos olhos de um bebê; e “Rejeito”, longa de Pedro de Filippis, investiga o risco permanente das barragens de mineração. Filmado em Minas Gerais, o documentário expõe a violência silenciosa e permanente das barragens de rejeitos após os crimes de Mariana e Brumadinho. Com relatos de moradores de áreas ameaçadas, pesquisadores e movimentos socioambientais, Rejeito é ao mesmo tempo denúncia, memorial e alerta urgente sobre o risco de novas tragédias. O filme será exibido no dia 25 de novembro, às 19h, na Sala Gilberto Gerlach.

No dia 26 de novembro, a Sessão na Sala Multimídia traz filmes que aproximam crise climática, juventude e justiça social. “Emerenciana” resgata a história de uma mulher negra e pobre cuja identidade foi apagada, em gesto de reparação e memória. “Vozes do Mangue” acompanha quatro ativistas de territórios periféricos brasileiros, conectando mudanças climáticas a outras formas de desigualdade. “Suá, a praia que sumiu” revisita a história de um bairro de pescadores em Vitória (ES), onde uma praia foi aterrada em nome do “progresso”. “Futuros Sustentáveis: O Poder da Juventude” acompanha iniciativas de jovens de comunidades do Complexo do Alemão, da Maré, de um quilombo no Rio Grande do Sul e de coletivos indígenas urbanos no Rio, mostrando como a nova geração enfrenta a crise climática com ações concretas em seus territórios.

Fechando o bloco, “Insustentável – A história do petróleo na Amazônia” revela os impactos silenciosos da indústria fóssil em municípios amazônicos, questionando a lógica extrativista e a ausência de justiça ambiental.

Serviço

O  quê: Décima edição do PLANETADOC – sessões especiais e Mostra Cineastas
Onde: Centro Integrado de Cultura (CIC) – Sala Multimídia e Sala Gilberto Gerlach, Florianópolis (SC)
Quando:
● 24 e 26 de novembro de 2025: sessões de curtas, médias e longas socioambientais
● 03, 05 e 06 de dezembro de 2025: Mostra Cineastas (Bodanzky, Southgate e Carelli) Destaques:
● Exibição de “Ruivaldo, o homem que salvou a Terra” e “Um Olhar Inquieto: O Cinema de Jorge Bodanzky”, com presença do diretor
● Sessão especial de curtas de Todd Southgate
● Exibição de “Martírio”, de Vincent Carelli
● Grande Debate – Bodanzky, Carelli e Southgate – dia 05 de dezembro, às 19h30

Classificação indicativa: consultar por sessão
Informações: site e redes oficiais do PLANETADOC
Festival Site do Festival: www.planetadoc.com

A Sala Multimídia do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) recebe, no dia 21 de novembro, às 19h, a Mostra Curtas Cinema. O evento consiste em exibir, para a comunidade cinéfila da Grande Florianópolis, três curtas-metragens realizados, de modo independente, pelos cineastas Demétrio Panarotto e Helena Barbagelata. Entrada gratuita e por ordem de chegada mediante a capacidade do espaço.

As narrativas são marcadas por jogos constantes de imagens e por uma câmera pulsante e inquieta. Aquilo que os difere passa pelo modo como cada
projeto foi pensado e pela versatilidade nos recursos de montagem.

"Uma Manhã Colhendo Imagens", de 2025, foi realizado de modo coletivo, a partir de uma oficina ministrada por Panarotto e Barbagelata, com um núcleo de mulheres responsáveis pelo Horto Irmã Eva, em Rodeio (SC). Contou, ainda, com a Produção de Jakson Dartanhan Chiappa, Cristiano Moreira e Patricia Costa.

"Máquina de Costura", de 2024, feito em Lyon-FR (com a produção de Fernando Floriani Petry e Dalila Floriani Petry e montagem de Victor Zanini), propõe um olhar que dialoga com a cidade dos Irmãos Lumière e os primórdios do cinema.

"Dez Lugares Pra Namorar em Chapecó", de 2024, foi realizado na terra natal de Panarotto e se ampara em inserções de stop motion e no modo como a câmera cria diálogos com a cidade que sobrevive do agro, de suas benesses e de suas mazelas.

Sinopses dos filmes

Máquina de Costura

Á máquina fotográfica do pai é acrescida a de costura da mãe. O cinema dos Irmãos Lumiére parte desses dois embriões. As máquinas que lá estavam são as mesmas e ao mesmo tempo outras para a vida hoje, costuraram o tempo, as coisas do mundo. Máquina de Costura é um filme que fala das costuras que atravessam essas relações que nos mantém vivos perante os outros e perante a nós mesmos. Uma narrativa que se alinhava na história, nas ruas, becos, Traboules, pátios da cidade de Lyon-Fr. O cinema – e tudo aquilo que pesa sobre essa palavra - é um acréscimo, mais um, de oportunidades que constroem esse imaginário. 

Uma manhã colhendo imagens

O ponto de partida de um roteiro para um filme, para além das definições, está naquilo que nos envolve, que nos aproxima, que nos faz transbordar. Passa pelos filmes, canções e textos que compõem as nossas referências artísticas e literárias. Passa também pela sensibilidade com a qual observamos os objetos, as coisas, a vida, tudo aquilo que nos rodeia, que brota do nosso olhar. Para depois ganhar potência crítica no modo como
montamos as imagens, entre o que vemos e o que nos vê. uma manhã colhendo imagens se constrói na coletividade dessas relações.

Dez lugares para Namorar em Chapecó

A morte se esconde em cada esquina da cidade. No vulto, no ruído, nas folhas das árvores, no vento. Naquilo que a gente vê e que a gente não vê. Naquilo que nem sempre a gente escuta. Na construção social e ou cultural a morte é naturalizada no espaço urbano da sociedade, moderna em seu espectro, que brinca e se diverte em comunhão. O progresso, que apaga o passado, nos mata no dia a dia. Dez lugares para Namorar em Chapecó é um filme de imagens e ruídos da cidade.

Minibios:

HELENA BARBAGELATA (Genova, Itália, 1991) é modelo de alta costura, artista multidisciplinar, cineasta, escritora, pesquisadora e ativista, premiada em diferentes áreas da criação e da inovação. Doutora em Filosofia, Matemática e Ciências Cognitivas pela Universidade de Atenas. Recebeu diversos prêmios artísticos da Fundação Onassis, do Ministério da Cultura da Grécia, da Academia de Belas Artes de São Petersburgo, do Comitê Nacional Italiano para a UNESCO, entre outras instituições. É membro da Israeli Artist Network, da America-Israel Cultural Foundation, da Sociedade de Artistas Judeus (SoJa), da Associazione per il Circuito dei Giovani Artisti Italiani (GAI) e da Organização para a Democratização das Artes Visuais (OBDK). Suas obras combinam técnica mista, escultura, pintura, filme, dança, performance, arte sonora e animação. Realizou inúmeras exposições individuais e coletivas em âmbito internacional. É autora de diversos livros de poesia, contos, ensaios e peças de teatro, além de ter publicado artigos em várias revistas, publicações e antologias.

DEMÉTRIO PANAROTTO nasceu em Chapecó-SC, em 1969. Professor Universitário (Unisul). Doutor em Literatura, área de concentração em Teoria Literária, pela UFSC, com a tese intitulada Glauber Rocha (de Euclides da Cunha a Xenofonte, de Xenofonte a Euclides da Cunha), 2012, e Mestre em Teoria Literária pela mesma instituição com a dissertação intitulada Não Se Morre Mais, Cambada...O tom de Tom Zé, 2005. Músico, roteirista, poeta, escritor e desde o ano 2000 ministra cursos nas áreas de Literatura, Música e Cinema. É idealizador do programa Quinta Maldita e do PIPA Festival de Literatura. Dos eventos que participou recentemente, a destacar, sem ensaio, lançamento do livro na casa do Brasil em Lisboa, Portugal, 2022; Raias
Poéticas, Famalicão-Portugal, 2023; Poesia Trans-Atlântica, Lisboa-Portugal, 2022 e 2023; Carta a Horácio, lançamento do livro na Feira do Livro de Lisboa, 2024; Terceira Margem, Barreiro-Portugal, 2024. Publicou, ainda, mais de trinta livros, dentre eles “Navalha” [Traços & Capturas, 2023, novela], “Carta a Horácio” [Kotter Editorial, Portugal, 2024, carta ensaio], “Olhos” [Kotter Editorial, Brasil, 2025, poemas], “Carpincho”, [Papel do Mato Oficina Tipográfica, 2025, prosa], mais alguns textos (publicados em revistas, sites e blogs no Brasil e exterior), discos (Banda Repolho e projeto Irmãos Panarotto) e filmes, como os que fazem parte dessa mostra.

No dia 18 de novembro, às 19h, a Sala Multimídia do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), no Centro Integrado de Cultura (CIC), recebe nova sessão do Cineclube África no Cinema. Nesta edição será exibido o filme "Bal Poussière" (Versão Restaurada), com entrada gratuita.

O Cineclube África no Cinema é uma das atividades de extensão universitária promovidas pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O projeto tem por objetivo geral a promoção da cultura cinematográfica com ênfase em filmes de diretores africanos, com produção africana e com filmagens em África. Visa divulgar a riqueza artística e cultural do continente africano através da exibição de filmes e promover conversas e debates sobre a produção cinematográfica africana e também sobre as representações da África no cinema. Os encontros são mensais e abertos ao público em geral.

África no Cinema tem curadoria dos pesquisadores Alex Brandão e Renata Dariva do LEHAf/UFSC, laboratório coordenado pelo Prof. Dr. Sílvio Marcus de Souza Correa. O cineclube tem apoio institucional da Aliança Francesa de Florianópolis e da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC).

Sobre o filme:

Bal Poussière
(Bola de poeira)
Direção: Henri Duparc
País: Costa do Marfim
Ano: 1988
Gênero: Comédia
Duração: 1h31 min.
Semideus, rico fazendeiro de uma cidade da Costa do Marfim, possui cinco mulheres. Ele decide se casar uma sexta vez. Dessa forma, ele terá uma mulher para cada dia da semana, o domingo ele descansará e recompensará aquela que se comportar melhor. Mas com Binta, a nova esposa, moça moderna e esclarecida, os conflitos não tardam a acontecer.

A revista "Destempo, cidade arte e cultura" será lançada no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), no Centro Integrado de Cultura (CIC), no dia 31 de outubro, às 19h. A publicação digital faz parte da Plataforma Destempo, um projeto em andamento coordenado por Eneléo Alcides e Rosângela Cherem, com a participação de diversos colaboradores, que envolve exposições, cursos, publicações, documentários e a construção de um site, que será lançado em novembro.

A revista terá publicação semestral digital, centrada na organização de dossiês, contando com editores próprios e convidados. Para o lançamento desse número de estreia, a edição também apresentará uma versão impressa com tiragem limitada.