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Dentro da programação da exposição "Antonietas", que fica aberta de 4 a 15 de março no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), serão realizadas duas rodas de conversa abertas ao público, destinadas ao debate e à reflexão sobre a participação das mulheres negras nas letras e no mercado de trabalho. A participação é gratuita e aberta ao público em geral.

Programação:

Roda de conversa: "Escritoras negras e a literatura afro-brasileira"
Data: 10 de março, 18h30
Participantes convidadas: Maria Aparecida Rita Moreira, Eliane Debus e Priscila Freitas

Maria Aparecida Rita Moreira – Pesquisadora e professora aposentada. Pós-doutora em Educação, doutora em Literatura e mestre em Inglês pela UFSC. Atuou por 32 anos na rede pública estadual de Santa Catarina, em funções docentes e de gestão educacional. Dedica-se à educação das relações étnico-raciais e à literatura negra brasileira. É membro fundadora e presidente da Associação de Educadoras/es Negras/os de Santa Catarina (AENSC), pesquisadora do grupo LITERALISE/UFSC e coautora dos documentários Toque de Melanina: legado de resistência e Paulina Chiziane: do mar que nos separa à ponte que nos une (2021).

Priscila Freitas – Doutoranda em Educação (UFSC), com estágio doutoral na UNAM/PUIC (2024–2025). Mestre em Educação (UFSC) e graduada em Pedagogia – Educação Infantil (UDESC). Integra o NICA/UFSC e o grupo Alteritas. Membro da diretoria da AENSC e vice-presidente do Centro Cultural Anástacia. Atua nas áreas de Educação das Relações Étnico-Raciais, Educação Infantil e Literatura Infantojuvenil e Afro-brasileira.

Eliane Debus – Professora desde 1984, possui graduação em Letras (FUCRI), mestrado em Literatura (UFSC), doutorado em Linguística e Letras (PUCRS) e pós-doutorado pela Universidade do Minho (Portugal). Atua no Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSC e no Departamento de Metodologia de Ensino. É líder do grupo de pesquisa LITERALISE (Literatura Infantil e Juvenil e Práticas de Mediação Literária). Autora e organizadora de 28 livros, reúne ampla produção acadêmica em literatura, com participações em coletâneas e periódicos, tendo recebido 19 prêmios e homenagens.

Roda de conversa: "A mulher negra e o mercado de trabalho: questões contemporâneas"
Data: 11 de março, 18h30
Participante convidada: Maria Tereza Tertitschnij
Natural de Florianópolis e residente há 33 anos na Alemanha, é formada em Biblioteconomia e pós-graduada em Paleografia e Restauração de Documentos. Especialista em Organização e Administração de Arquivos pela UFSC, trabalhou durante 13 anos no Arquivo Público de Santa Catarina. Atualmente aposentada, atua na Alemanha como secretária em uma instituição de saúde.

Sobre a exposição

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) apresenta a exposição fotográfica “Antonietas”, do fotógrafo Rony Costa. “Antonietas” é um tributo às mulheres negras e à permanência de suas vozes, corpos e histórias. A mostra homenageia Antonieta de Barros — jornalista, educadora, ativista e primeira mulher negra eleita deputada estadual no Brasil, em 1934, por Santa Catarina — cuja trajetória permanece como referência incontornável na luta por justiça social, igualdade e acesso ao conhecimento.

Reunindo 22 fotografias em preto e branco, a exposição revela a força, a beleza e o protagonismo de mulheres negras catarinenses. Rostos, olhares e gestos compõem um mosaico de trajetórias marcadas por pertencimento e afirmação identitária. Pelas lentes de Rony Costa, a fotografia se afirma como narrativa e memória, condensando experiências que anunciam resiliência, continuidade e futuro.

 

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) apresenta a exposição fotográfica “Antonietas”, do fotógrafo Rony Costa.  A abertura será no dia 4 de março, às 19h, com visitação gratuita até 15 de março, de terça-feira a domingo, das 10h às 21h. O MIS/SC é um espaço administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e está localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis.

“Antonietas” é um tributo às mulheres negras e à permanência de suas vozes, corpos e histórias. A mostra homenageia Antonieta de Barros — jornalista, educadora, ativista e primeira mulher negra eleita deputada estadual no Brasil, em 1934, por Santa Catarina — cuja trajetória permanece como referência incontornável na luta por justiça social, igualdade e acesso ao conhecimento.

Reunindo 22 fotografias em preto e branco, a exposição revela a força, a beleza e o protagonismo de mulheres negras catarinenses. Rostos, olhares e gestos compõem um mosaico de trajetórias marcadas por pertencimento e afirmação identitária. Pelas lentes de Rony Costa, a fotografia se afirma como narrativa e memória, condensando experiências que anunciam resiliência, continuidade e futuro.

Mais do que uma exposição, “Antonietas” constitui um convite à contemplação e à reflexão, reafirmando a atualidade do legado de Antonieta de Barros e evidenciando a potência das Antonietas contemporâneas.

Sobre o fotógrafo

Natural de Duque de Caxias (RJ), Rony Costa construiu uma trajetória singular na fotografia brasileira, marcada pela sensibilidade estética, rigor técnico e profundo compromisso social com a imagem. Referência no cenário artístico e cultural nacional, destaca-se pela valorização da cultura afro-brasileira e pela elaboração de narrativas visuais que ultrapassam o registro documental para se afirmarem como gesto político e poético. Desde 1995, sua atuação junto ao Movimento Negro em Santa Catarina tem sido decisiva para a visibilização de presenças, histórias e territórios historicamente silenciados.

Programação paralela

Dentro da programação da exposição "Antonietas", serão realizadas duas rodas de conversa abertas ao público, destinadas ao debate e à reflexão sobre a participação das mulheres negras nas letras e no mercado de trabalho. A participação é gratuita e aberta ao público em geral.

Roda de conversa: "Escritoras negras e a literatura afro-brasileira"
Data: 10 de março, 18h30
Participantes convidadas: Maria Aparecida Rita Moreira, Eliane Debus e Priscila Freitas

Maria Aparecida Rita Moreira – Pesquisadora e professora aposentada. Pós-doutora em Educação, doutora em Literatura e mestre em Inglês pela UFSC. Atuou por 32 anos na rede pública estadual de Santa Catarina, em funções docentes e de gestão educacional. Dedica-se à educação das relações étnico-raciais e à literatura negra brasileira. É membro fundadora e presidente da Associação de Educadoras/es Negras/os de Santa Catarina (AENSC), pesquisadora do grupo LITERALISE/UFSC e coautora dos documentários Toque de Melanina: legado de resistência e Paulina Chiziane: do mar que nos separa à ponte que nos une (2021).

Priscila Freitas – Doutoranda em Educação (UFSC), com estágio doutoral na UNAM/PUIC (2024–2025). Mestre em Educação (UFSC) e graduada em Pedagogia – Educação Infantil (UDESC). Integra o NICA/UFSC e o grupo Alteritas. Membro da diretoria da AENSC e vice-presidente do Centro Cultural Anástacia. Atua nas áreas de Educação das Relações Étnico-Raciais, Educação Infantil e Literatura Infantojuvenil e Afro-brasileira.

Eliane Debus – Professora desde 1984, possui graduação em Letras (FUCRI), mestrado em Literatura (UFSC), doutorado em Linguística e Letras (PUCRS) e pós-doutorado pela Universidade do Minho (Portugal). Atua no Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSC e no Departamento de Metodologia de Ensino. É líder do grupo de pesquisa LITERALISE (Literatura Infantil e Juvenil e Práticas de Mediação Literária). Autora e organizadora de 28 livros, reúne ampla produção acadêmica em literatura, com participações em coletâneas e periódicos, tendo recebido 19 prêmios e homenagens.

Roda de conversa: "A mulher negra e o mercado de trabalho: questões contemporâneas"
Data: 11 de março, 18h30
Participante convidada: Maria Tereza Tertitschnij
Natural de Florianópolis e residente há 33 anos na Alemanha, é formada em Biblioteconomia e pós-graduada em Paleografia e Restauração de Documentos. Especialista em Organização e Administração de Arquivos pela UFSC, trabalhou durante 13 anos no Arquivo Público de Santa Catarina. Atualmente aposentada, atua na Alemanha como secretária em uma instituição de saúde.

Serviço:

O quê: Exposição “Antonietas”, de Rony Costa
Abertura: 4 de março, às 19h.
Visitação: até 15 de março de 2026. De  terça-feira a domingo, das 10h às 21h.
Local: Espaço Expositivo do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) - No Centro Integrado de Cultura (CIC)
Entrada gratuita

Estarão abertas, de 20 de fevereiro a 6 de março, as inscrições para os encontros do Clube do Livro Lygia Bojunga em 2026. A iniciativa tem como objetivo discutir, uma vez por mês, a leitura de todas as obras da autora Lygia Bojunga em ordem cronológica de publicação e, também, de outros autores do cenário nacional e internacional a serem escolhidos pelos próprios membros do clube.

:: Inscreva-se aqui e confira mais informações sobre o Clube

Os encontros ocorrerão no Sala Multimídia do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), localizada no Centro Integrado de Cultura (CIC), entre março e novembro de 2026, sempre na última sexta-feira de cada mês, das 15h às 16h30. São oferecidas 50 vagas, que serão preenchidas de acordo com a ordem de inscrição. As demais ficarão em lista de espera.

O Clube terá mediação do coordenador do Sistema de Bibliotecas Públicas de Santa Catarina, Evandro Jair Duarte, e fornecerá certificado de participação para quem tiver, pelo menos, 75% de frequência. Mais informações podem ser obtidas no e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e o Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) promovem a edição inaugural do projeto “Primeiro Palco”, iniciativa inédita que oferece a artistas iniciantes a oportunidade de realizar sua primeira apresentação solo, no Centro Integrado de Cultura (CIC). Para este primeiro show, o público poderá conhecer o trabalho da artista mirim Taciana Baixo Pacheco,
finalista do Santa Catarina Canta – edição 2025, no dia 25 de fevereiro, às 19h30, na Sala Multimídia do MIS/SC. Os ingressos são gratuitos e estarão disponíveis no site Sympla a partir do dia 22 de fevereiro, às 12h.

O projeto "Primeiro Palco" nasce com o propósito de proporcionar um ambiente acolhedor, formativo e inspirador para o surgimento de novos talentos no estado. O objetivo é democratizar o acesso aos palcos institucionais e incentivar novos artistas a vivenciarem sua primeira experiência de apresentação pública. As inscrições estão abertas até o dia 1º de março, com mais informações aqui

Pensado como um espaço de experimentação e descoberta, o projeto acolhe artistas amadores e iniciantes em diferentes estágios de formação. As apresentações ocorrerão de forma mensal, sempre com acesso gratuito ao público.

A iniciativa reforça o compromisso da FCC e do MIS/SC com a ampliação do acesso aos espaços culturais, o incentivo à diversidade de expressões artísticas e o fortalecimento do museu como espaço de formação, acolhimento e diálogo com a comunidade. Mais do que um palco, o projeto busca criar um ambiente de pertencimento e valorização da arte em suas formas mais genuínas, oferecendo a novos talentos a oportunidade de integrarem o circuito cultural catarinense.

Serviço:

O quê: Edição inaugural do projeto “Primeiro Palco”
Artista convidada: Taciana Baixo Pacheco
Quando: 25 de fevereiro de 2026, às 19h30.
Onde: Sala Multimídia do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) - No Centro Integrado de Cultura (CIC)
Entrada gratuita, com ingressos disponíveis  no site Sympla a partir do dia 22 de fevereiro, às 12h.

No dia 21 de fevereiro, às 17h, o Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC), recebe o público para uma experiência inédita de Dança Imersiva, conduzida pela artista e pesquisadora Carol Berger e pelo músico e compositor Ronaldo Palma. A vivência integra a exposição "Entre Águas e Terras – Margens Tecnológicas", promovida pela Destempo – Cidade Arte e Cultura, e propõe um encontro profundo entre arte, corpo, tecnologia, natureza e bem- estar.

:: Inscrições: https://forms.gle/oL3XVpWYrQd1xaYJ6

Intitulada "Experiência Techno Contemplativa da Arte", a ação parte do conceito de Presença Exponencial — uma abordagem que investiga como o corpo humano pode restaurar estados de atenção, percepção e inteligência sensorial em meio às tecnologias contemporâneas. A proposta ativa a inteligência corporal como eixo central da experiência estética, transformando o corpo em percepção, presença e paisagem sensorial.

Dança Imersiva: corpo, tecnologia e os 7 sentidos

A Dança Imersiva é um método criado por Carol Berger que integra consciência corporal, presença expressiva e expansão sensorial. A prática nasce dos micromovimentos, da narrativa do corpo e das combinações entre diferentes estados de presença, explorando qualidades do movimento onde o gesto vira percepção. A dança é guiada pelos sete sentidos (incluindo interocepção e propriocepção), ampliando a escuta corporal e a
relação com o espaço.

Na aula-performance aberta ao público, a experiência articula:
● dança sensorial e consciência corporal conduzidas por Carol Berger
● paisagens sonoras imersivas com DJ ao vivo, criadas por Ronaldo Palma
● experiência em realidade virtual (VR)
● exploração dos 7 sentidos em conexão com arte, corpo e natureza

Oceano Ciano: arte imersiva e liberdade feminina

A vivência parte da obra híbrida Oceano Ciano, criação de Carol Berger, que se desdobra pela exposição ao som do projeto Monte Blanco, de Ronaldo Palma. Juntas, as obras constroem atmosferas imersivas,  evocativas e participativas, convidando o público a experimentar estados de liberdade, fluência do movimento e presença ampliada. A obra combina dança imersiva, registros em vídeo 360°, realidade virtual, videoinstalação e performance ao vivo, compondo o que a artista denomina de Estação Imersiva Oceano Ciano — um formato de storyliving onde o público é convidado a mergulhar na cor ciano, fusão simbólica entre o azul dos oceanos e o verde das florestas, representando equilíbrio, sustentabilidade e interdependência.

Ao invocar mitos femininos e gestos de presença intensa, silêncio e altivez, a performance afirma o direito das mulheres à liberdade de existir, mover-se e habitar a natureza com plenitude.