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Dentro das propostas previstas no Projeto Plano Museológico do Museu da Infância, da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), está a realização de 20 mediações em 20 escolas públicas de forma presencial ou a distância, por meio de plataformas digitais. Nesta semana, o grupo completou a 14ª atividade em ambiente escolar em escolas públicas da região levando a cultura da Universidade para a sala de aula. A ação é realizada com recursos do Prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura / Patrimônio Cultural, promovido pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) em 2019.

Outra ação proposta no Projeto para dialogar com o público é a produção de material educativo a ser disponibilizado para as escolas que participaram das mediações. Já a terceira ação, elencada em função da pandemia de Covid-19, é a elaboração de uma exposição itinerante com banners sobre a história do museu e do seu acervo, para circular nas escolas.

Conforme a coordenadora do Museu da Infância Unesc, Amalhene Baesso Reddig, objetivo geral do espaço é contribuir para ampliação de repertório artístico-cultural de crianças e adultos, na reformulação dos processos de formação de professores, nos projetos de ação pedagógica das escolas e demais instâncias culturais, dando subsídios para pesquisadores da infância e para políticas públicas de educação e de acesso à cultura. “Nosso Museu possibilita o acesso ao acervo e material científico relacionado da cultura da, sobre e para a infância, envolvendo a escola, a academia e a sociedade numa ação conjunta”, destaca.

(*Com informações da assessoria de imprensa do projeto)


A Biblioteca Pública de Santa Catarina em parceria com o Projeto Releituras promoverá no dia 1º de maio o Curso de Formação de Ledores de Audiolivros. As inscrições são gratuitas e estão abertas no link bit.ly/ledoresdeaudiolivroMAI21.

Voltada a todas as pessoas interessadas em conhecer técnicas de leitura, transcrição na geração de material acessível, com ou sem formação na área, a oficina vai capacitar os participantes para atuarem como ledores de audiolivros para pessoas limitações de leitura e transtornos específicos. No curso, o participante receberá instruções básicas sobre o processo de preparação vocal e gravação de audiolivros.

As aulas serão totalmente on-line, com uso de recursos audiovisuais, materiais complementares, atividades de fixação e sistematização de aprendizagem. Aos participantes será fornecido certificado de Curso Livre.

Projeto Releituras - Livro Acessível

Parceiro da BPSC na realização do curso, o projeto é uma iniciativa independente que produz soluções de áudio para acessibilidade de informação e inclusão social, para pessoas com limitações de leitura por razões físicas, cognitivas ou sensoriais. Todo material do projeto é gravado por voluntários, tendo a gravação em formato MP3 (audiolivros, literatura em formato de radionovela, informativos, e materiais didáticos em multinarração).

Atualmente, o projeto possui uma Web Rádio* (a primeira rádio do Brasil que toca livros, biografias de artistas e escritores brasileiros), disponibilizando material de domínio público e textos autorais (doação voluntária de escritores) para todas as pessoas que se interessam por material em áudio.

Serviço:

O quê: Curso de Formação de Ledores
Quando: 1º de maio de 2021, das 9h às 11h30 e das 13h30 às 17h.
Inscrições: gratuitas, no link bit.ly/ledoresdeaudiolivroMAI21
Onde: meio virtual
Participação gratuita 

O Miscuta desta segunda-feira, 19 de abril, tem a participação do vocalista da banda Outros Bárbaros, o Maurício Peixoto.

Fique bem, fique em casa e acompanhe o Miscuta!
Se precisar sair, use máscara e cuide-se!

Como vem ocorrendo às segundas-feiras, a Equipe da Escolinha de Arte acaba de disponibilizar mais uma atividade virtual para crianças com idades entre 05 e 12 anos. Com a proposta, que segue a temática Arte e Natureza, os alunos podem executar tarefas de música e artes visuais, transformando lixo em arte. Para acessar o conteúdo, basta clicar no link abaixo:

::   Escolinha de Arte #EMCASA - Tema 1.3

Em 2021, as atividades serão apresentadas dentro de um tema definido, desenvolvido numa sequência de quatro aulas e integrando as linguagens artísticas. A primeira temática é Arte e Natureza, a partir do trabalho do artista Hélio Melo. 

Ainda conforme a equipe da Escolinha, assim que o contexto pandêmico apresentar mais tranquilidade e segurança, será definida a data de retomada das atividades presenciais.

A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) lamenta o falecimento da poetisa, dramaturga, atriz e diretora de teatro Carmen Fossari, aos 66 anos, ocorrido na madrugada entre este sábado (17) e domingo (18), em Florianópolis.

Natural de Florianópolis (SC), Carmen era filha de Domingos Fossari e de Irene Maria Belli Fossari. Foi servidora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 1979, com contribuição na pesquisa e extensão.

Concluiu Mestrado em Literatura (1982) e Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento (2018). Em sua carreira na Universidade, foi diretora de espetáculos do Departamento Artístico Cultural (DAC) da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte). Coordenou e foi professora da Oficina Permanente de Teatro da UFSC, dirigiu e fundou o Grupo Pesquisa Teatro Novo/UFSC, com o qual recebeu inúmeros prêmios estaduais e nacionais, bem como representou o Brasil com espetáculos que dirigiu, escreveu e atuou em diversos países, como Porto Rico, México, Paraguai, Argentina, Chile,Colômbia e Portugal. Esteve com espetáculos no Chile por sete vezes, onde mantém convênio através do GPTN/UFSC com a “Cia La Carreta” que coordena, naquele país, o Encontro de Teatro Popular Latino Americano (Entepola).

Participou de três Projetos “Mambembão”, no Rio de Janeiro e em São Paulo, com os espetáculos “Mesa Grande” e “Terra de Terrara”, obras que dirigiu e atuou, numa promoção do Serviço Nacional de Teatro. Coordenou o 1º Entepola do Brasil, na cidade de Florianópolis, em 1996, com a participação de 280 artistas das Américas e de outros continentes.

Dramaturga, recebeu prêmios nacionais pelos textos “Terra de Terrara” e “Engenho Engendrado", ambos de pesquisa linguística e cultural das Comunidades Açorianas. Como poetisa, em 28 de fevereiro de 2002 teve poema publicado no Jornal Machetearte, do México. Criou o roteiro e realizou a pesquisa do vídeo “Viva o Circo”, direção de Ronaldo dos Anjos, prêmio de melhor vídeo no Festival Nacional de Gravatal. Foi autora de enredos para Escolas de Samba de Florianópolis e artigos para jornais de Santa Catarina, além de escrever durante 10 anos para o Anuário Brasileiro de Teatro, do Rio de Janeiro, editado pelo Serviço Nacional de Teatro, e diversas obras, como “De Açores a Desterro – Uma Viagem Bruxólica”, “Isto ou Aquilo, com Sol ou Chuva”, “Vô Chapéu Azul na cidade de Pedra Grande”, “Ocasos Raros Casos Simples”, “Rua de Vento Sul”, “O Menino que jogava com o Sol”, “João Unha de Fome e Dona Maria Comecome”, ”Os 7 Segredos do Mar”, “Don Pablo entre vogais”, “Luz em Einstein”, entre outros. Adaptou textos da dramaturgia universal, dentre eles: “Alguns Pecados Capitais” (do original “Os 7 Pecados Capitais dos Pequenos Burgueses”, de Bertolt Brecht), “Bodas com Lorca, Gotas de Sangue” (do original “Bodas de Sangue” de Garcia Lorca ), “O Mercador” (de Veneza) do original “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare.

Traduziu e dirigiu os textos: “Las Mamelles de Tiresias”, do pai do surrealismo francês Guilhaume Apolinaire e “O Burguês Fidalgo” de Jean Batiste Poquelin de Molière. Dirigiu e produziu mais de 60 peças teatrais nas categorias de Teatro Adulto, Infantil de Títeres e de Rua.

Foi cofundadora e vice-presidente da Associação de Professores e Diretores de Teatro Universitário do Brasil; integrante do Circuito Latino Americano de Teatro, pelo qual ministrou cursos na Universidade de Porto Rico, Chile e México. Trabalhou com a literatura catarinense levando ao teatro a prosa e o verso através de montagens junto ao Grupo Pesquisa Teatro Novo.

Como atriz, além de inúmeras peças e recitais de poesias, atuou na minissérie “Ilha das Bruxas”, produzida pela TV Manchete e nos curtas metragens “Alva Paixão” de Maria Emília Azevedo;”Ilha” de Zeca Pires; no média metragem “Alma Açoriana” de Penna Filho e no longa metragem “Procuradas”.

Participou de dezenas de festivais nacionais e internacionais de teatro, tanto como diretora de teatro quanto debatedora, ministrante de cursos e Integrante de comissões julgadoras.

(*Fontes: https://dac.ufsc.br/grupo-pesquisa-teatro-novo-gptn/carmen-fossari/
https://noticias.ufsc.br/2021/04/nota-de-pesar-falece-carmen-fossari/)