Uma encenação do Grupo Pesquisa Teatro Novo, do DAC. Roteiro e Direção de Carmen Fossari. A Regência do Madrigal da UFSC é da Maestrina Miriam Moritz.
Assessoria do professor Adolfo Stotz Neto, Astrônomo e Presidente do GEA (Grupo de Estudos de Astronomia da UFSC).
Trata-se de um espetáculo versando aspectos da Vida e Obra do pai da Ciência Moderna Galileu Galilei com grande elenco e o ator Nei Perin no papel de Galileu Galilei.
Produção do Grupo Pesquisa Teatro Novo, da UFSC, “As Luas de Galileu Galilei envolve 40 pessoas entre atores, atrizes, cantores líricos e técnicos. Dirigido por Carmen Fossari,
“A encenção inicia no lado externo do Teatro, ao meio do Público com parte do elenco representando uma CIA de Comédia Dell ARTE: BAMBOLINA ANDATIINA”. A seguir adentram no Teatro o público
Que acompanha a CIA BAMBOLINA ANDATTINA.
Dentro da antiga Igrejinha, a cenografia dispõe de cinco espaços cênicos criados ao espetáculo, possibilitando numa cena “isabelina”, a aproximação com o Público.
Dentro dos preceitos Pós Dramáticos, o roteirode tem trechos de obras de Alberto Camus: APeste, trechos escritos por Galileu Galilei in Sidereus Nuncius(Mensageiro das Estrelas), argumentos de Galileu da obra que o condenou: Dialogo di Galileo sopra i due Massimi Sistemi DelMondo Tolemaico e Copernicano (abreviado o título para Diálogo sobre os doisSistemas do Mundotrechos das Cartas da Filha de Galileu Galilei, Trecho do Processo Inquisitório no Santo Ofício: A Inquisição são incorporados a encenação e costurados na dramaturgia pela diretora do espetáculo que assina o roteiro.
Carmen Fossari assinala ainda as observações e notas do Astrônomo
Professor Adolfo Stotz Neto, cuja presença garantizou os aspectos mais científicos da encenação,o que por último torna o espetáculo em
algo inusitado servindo concomitante a Ciência e a Arte .
A montagem levou dois anos e meio de preparação, somando o tempo das pesquisas históricas, num trabalho que une a arte popular e erudita no mesmo espetáculo.
Dia 22 de outubro às 21:00 horas e dias 23 e 24 de outubro às 20:00 horas.
Preço: R$ 30,00 inteira e R$ 15,00 meia entrada. NÃO ACEITA CHEQUE
Selecionado no Edital Elizabete Anderle de Estímulo à Cultura, a proposta do CD Quinteto de Cordas Catarinense interpreta Astor Piazzolla foi dar uma nova interpretação para algumas das obras mais importantes de Astor Piazzolla na formação de quinteto de cordas - formação muito utilizada na música erudita -, e assim, levar ao público uma possibilidade diferente de apreciação musical desse compositor/músico que representa o espírito sul americano e é referencia de criatividade e sonoridade musical.
O Quinteto de Cordas Catarinense é formado pelos músicos João Eduardo Titton (violino), Pedro Miszewski (violino), Jhonatan Santos (viola), Hans Twitchell (violoncello) e Gustavo Lange Fontes (contrabaixo). Os arranjos são de Jaime Zenamon, exceto para La Muerte del Angel que é Guido Borgomanero.
Programa:
MILONGA DEL ANGEL
HISTOIRE DU TANGO - BORDEL 1900
HISTOIRE DU TANGO - CAFE 1930
HISTOIRE DU TANGO - NIGHT CLUB 1960
HISTOIRE DU TANGO - CONCERT D AUJOURD HUI
LAS CUATRO ESTACIONES PORTEÑAS -PRIMAVERA PORTEÑA
LAS CUATRO ESTACIONES PORTEÑAS -VERANO PORTEÑO
LAS CUATRO ESTACIONES PORTEÑAS -OTOÑO PORTEÑO
LAS CUATRO ESTACIONES PORTEÑAS -INVERNO PORTEÑO
LA MUERTE DEL ANGEL (CONCIERTO DEL ANGEL)
Dia 26 de outubro
Horário: 21:00 horas
Preço:R$ 20,00 inteira, R$10,00 meia entrada, R$ 16,00 Clube do assinantes do DC NÃO ACEITA CHEQUE
Depois do sucesso de, Alice no Pais das Maravilhas e Chapeuzinho Vermelho, agora é a vez de: O GATO DE BOTAS. Texto da Professora Maura Soares, mostra a aventura de um gato travesso que calçou botas mágicas e foi ao rei, seu dono era pobre mas este gato transformou sua vida e sua sorte. Mas nem tudo é alegria neste reino, pois o perigoso Ogro da montanha, vilão nesta história que roubou as terras do jovem Marquês de Carabás, agora tenta se casar com a linda princesa herdeira de toda a riqueza.
“É uma grande alegria acompanhar de perto a estreia fonográfica de Beatrice Mason, uma cantora de timbre bonito e diferente, que tem tudo para conquistar seu espaço na MPB” – Edu Krieger.
Foi de pequena que Beatrice Mason ingressou na música. Com seis anos já cantava no coral do colégio Cruzeiro – do qual a mãe era regente – nos “Curumins”, da Associação Canto e Coral, e no infantil do Theatro Municipal. Estudou teoria, piano, flautas e canto, lírico, com Vera Canto e Mello, e popular, com Paula Santoro e Felipe Abreu. Dos pais herdou o gosto pelo erudito, a trilha que mais se ouvia aos domingos, em casa. E foi, literalmente, na cozinha, que provou o tempero popular da música brasileira. Através do rádio da empregada Alzira, tomou gosto por Roberto Carlos, Caetano Veloso, Elis Regina, Nara Leão, Maria Bethânia, entre outros.
O desejo de cantar profissionalmente levou Beatrice ao palco do Mistura Fina, em 2005, quando estreou o show “Coração tranqüilo”, com direção de Cyro Telles. Dois anos depois, com Carlos Cesar Motta, já montava seu segundo espetáculo, “Alumbramento”. Vencido o palco, faltava, agora, o disco. Não falta mais. Com produção de Rodrigo Campello, finalmente Beatrice lança seu primeiro álbum, Mosaico, pelo selo Centro Cultural Carioca Discos.
Foi na nova geração da MPB que Beatrice encontrou as peças para compor o seu mosaico musical. O conceito do disco surgiu numa conversa com o amigo e compositor Marcelo Caldi: uma costura do melhor da safra dos novos compositores brasileiros, com um toque especial. As 11 canções do disco – sendo seis inéditas e cinco regravações – foram elaboradas a partir da riqueza da combinação de variados instrumentos (de gaita a pandeiro, de piano a acordeon, passando por programações eletrônicas) com a doce voz de Beatrice. O resultado? Uma sonoridade elegante, mais contemporânea do que se tem ouvido por aí. E aí está a unidade do disco, apesar dos diferentes estilos musicais dos compositores que contribuíram para sua construção.
Aos poucos, Beatrice Mason foi recebendo verdadeiros presentes. Delia Fischer compôs a canção que abre o disco, a bossa lounge “Samba mínimo” e Rodrigo Campello, junto com Marcelo Caldi e Mauro Aguiar, trouxe “Algum mistério”. Rodrigo Maranhão e Pedro Luís contribuíram com “Oração blues”, com direito a pandeiro no blues. Inspirado na canção de Chico Buarque e Edu Lobo, “A história de Lili Brown”, Edu Krieger compôs “Lilly Blonde” especialmente para ela. Edu, aliás, amigo de infância de Beatrice, foi o responsável por apresentar grande parte da “trupe” à cantora. De Ana Clara Horta veio “Cortejo”, um sambinha no piano. E Marcelo Caldi e Edu Krieger se uniram em “O tempo do querer”. Esse é o bloco inédito do disco.
Completam o Mosaico de Beatrice outras cinco músicas que, apesar de regravações, são pouco conhecidas. Do repertório de Vitor Ramil, ela escolheu “Foi no mês que vem”, que ganhou arranjo intenso, beirando o eletrônico, mesclado com o acordeon; “Caramel”, de Suzanne Vega, ficou divertida, ao som da tuba. Raphael Gemal enviou uma série de canções para Beatrice e “Canto Só” – que o compositor havia gravado no seu disco – acabou entrando para a lista. Essa é a única música do disco que conta com uma participação vocal, a de Edu Krieger. A riqueza de sons na combinação de diversos instrumentos deu mais vida à “Na beira do Rio” (Chico Pinheiro e Paulo Neves). E “Madre Tierra”, do uruguaio ganhador do Oscar Jorge Drexler, dá o ponto final com linha de ouro na construção do Mosaico de Beatrice Mason.
Dia 05 de novembro às 21:00 horas.
Preço: R$ 30,00 inteira, R$ 20,00 assinantes DC e R$ 15,00 meia entrada.
Jean Sibelius (1865-1957)Andante Festivo (JS34a), para Orquestra de Cordas
Jean Sibelius é o mais importante compositor finlandês. Sua obra é vasta e única, incluindo diversos gêneros composicionais. De grande destaque, são suas célebres 7 sinfonias para grande orquestra sinfônica. O Andante Festivo, que esta noite ouviremos, composto de um só movimento, foi escrito originalmente para quarteto de cordas, em 1928, e foi posteriormente transcrito para orquestra de cordas, em 1938, pelo próprio autor. Seu caráter é intenso e suplicante, uma espécie de “hino à paz”, em que frases melódicas extremamente unas e ternas fluem umas às outras rumo à plenitude do fortíssimo final, amplo e generoso. Uma transmissão por rádio do Andante Festivo, realizada em 1939, é o único registro remanescente do compositor interpretando uma de suas próprias obras.
Franz Schubert (1797-1828)
Quarteto de cordas n° 14 em ré menor D. 810, “A Morte e A Donzela”, versão para Orquestra de Cordas (Gustav Mahler)
Trata-se, hoje em dia, de uma das mais reconhecidas e executadas obras da literatura camerística universal. Mas, ainda na segunda metade do século XIX, talvez Mahler quisesse torná-la mais popular, levando-a às grandes salas de concerto com grandes orquestras, talvez, quisesse prestar uma homenagem ao grande mestre austríaco, seu conterrâneo, que morrera sem obter o devido reconhecimento, ou talvez, arranjando a obra para orquestra de cordas, quisesse simplesmente “realizar” uma visão interior e pessoal da obra. Com isto, se por um lado Mahler a tornou menos intimista e flexível, por outro, a fez mais possante e avassaladora em sua expressão, pela própria intensidade de sua nova “massa sonora”. Um Alegro de Sonata, um Tema com Variações (com o tema extraído de uma canção de sinistro texto intitulada “A Morte e A Donzela”, que o autor compusera anos antes e que dá apelido ao quarteto), um Scherzo e um Rondò constituem os quatro movimentos da obra, que nos demonstra, de modo magistral e definitivo, o trato peculiar e elaborado de Schubert com a forma, e sua incomparável sensibilidade harmônica, conduzindo-nos sempre a lugares remotos e longínquos, mas que, a um só tempo, nos parecem íntimos e vizinhos.
GUSTAVO LANGE FONTES
Maestro e Diretor Artístico
Natural de Florianópolis, diplomou-se em música pela USP, recebendo "Láurea por Excelência Universitária". É duplamente pós-graduado na Alemanha (Mannheim, como bolsista da Fundação Vitae, e Colônia) nos cursos de Exame de Solista e Exame de Orquestra em Contrabaixo, instrumento de sua especialidade. Suas atividades musicais são diversificadas, incluindo regência, composição e educação musical, além de suas atividades como músico de orquestra, de câmara e solista de contrabaixo. Desde 2009, é Diretor Artístico da Orquestra Filarmonia Santa Catarina.
Serviço:
O que: Programa Outros Mestres, com peças de Sibelius e Schubert
Quando: 28 de outubro de 2010, 21h
Onde: Teatro Álvaro de Carvalho (TAC) – Rua Marechal Guilherme, 26 - Centro
Quanto: R$20 e R$10 (meia) - Ingressos à venda na bilheteria do Teatro.
Informações:www.orquestrafilarmonia.art.br e 3028-8070 (TAC)