A Orquestra Sinfônica de Caçador apresenta o concerto "Grandes Clássicos" na próxima terça-feira, 1º de outubro, às 20h, no Teatro Ademir Rosa, do Centro Integrado de Cultura (CIC). Ingressos gratuitos disponíveis no site Sympla
Sob a regência e direção artística do maestro Patrick Cavalheiro, a apresentação reúne interpretações de grandes obras da música erudita, proporcionando ao público uma viagem musical pelos tempos, com peças que marcaram a história e seguem emocionando gerações.
Evento no calendário de diversos grupos de dança do Brasil e países do Mercosul, o Festival Santa Catarina Dança acontecerá em Florianópolis de 26 a 29 de setembro de 2024, no Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC). Após quinze edições o Festival Santa Catarina Dança realiza sua 16ª edição em quatro dias com apresentações de dança de caráter competitivo e não competitivo.
O evento é considerado referência porque tem como meta a inclusão e valorização do profissional da arte da Dança incentivando e incluindo a sua programação grupos de projetos sociais e pessoas com deficiência. Além da inclusão o Festival promove espetáculos de grandes companhias de dança distribuindo uma das maiores premiações em dinheiro aos grupos da competição.
Em quatro dias bailarinos, coreógrafos e profissionais da dança apresentam sua Arte renovando concepções profissionais e pessoais, através de novas descobertas e novos saberes. A cada nova edição o evento amplia oportunidades, transformando o cenário num verdadeiro “Espetáculo Democrático” valorizando todo tipo de manifestação cultural através do movimento.
A cantora e compositora Carminho vem ao Brasil e se apresenta pela primeira vez em Florianópolis com seu atual trabalho, "Portuguesa", em que interpreta novas canções e os fados de sucesso de todos os tempos. O show ocorrerá no dia 25 de setembro, às 21h, no Teatro Ademir Rosa do Centro Integrado de Cultura (CIC).
Filha da conceituada fadista Teresa Siqueira, Carminho nasceu no meio das guitarras e das vozes do fado, tendo marcado a sua estreia aos doze anos, no Coliseu dos Recreios (Lisboa). Desde cedo foi tentada a gravar álbuns mas decidiu esperar o tempo certo. Antes, licenciou-se em Marketing e Publicidade e percebeu que cantar exigia uma maturidade e um mundo que ainda não tinha. Durante um ano viajou, participou em missões humanitárias e regressou a Lisboa decidida a entregar-se por inteiro a um percurso artístico.
“Fado”, o seu primeiro disco, foi editado em 2009. Alcançou a platina, recebeu distinção de melhor álbum de 2011 para a revista britânica "Songlines", apresentou-se na Womex 2011 (Copenhagen) e na sede parisiense da UNESCO no âmbito da candidatura do Fado a patrimônio mundial. A tudo soma uma digressão em que espalha a sua voz e talento por vários territórios. No mesmo ano, colaborou com Pablo Alborán em “Perdoname” e tornou-se a primeira artista portuguesa a atingir o número 1 do top espanhol.
Em 2012, editou o seu segundo álbum, intitulado “Alma”. Depois de passar pelas principais salas da Europa e do Mundo, realizou o sonho de gravar com Milton Nascimento, Chico Buarque e Nana Caymmi, que resulta numa reedição de “Alma” com três novos temas. Carminho começou assim a conquistar o Brasil com concertos esgotados. A afirmação como a mais internacional das artistas portugueses é consumada e agraciada em Portugal com um Globo de Ouro e o Prêmio Carlos Paredes, vendo ambos os seus álbuns atingirem a marca da dupla platina.
“Canto” foi editado no final de 2014 e a sua relação com o Brasil ganhou raízes ainda mais profundas, com a primeira parceria de Caetano Veloso e o seu filho mais novo, Tom, que lhe oferecem o inédito “O Sol, Eu e Tu”. “Canto” inclui também o single “Chuva no Mar”, que conta com a participação de Marisa Monte e que assina co-autoria do tema com Arnaldo Antunes.
Essa relação fortíssima com o Brasil atingiu um dos momentos mais consistentes já em 2016, na sequência de um convite endereçado pela família de António Carlos Jobim e grava “Carminho canta Tom Jobim”, com a última banda que o acompanhou ao vivo nos seus últimos dez anos, partilhando temas com Chico Buarque, Maria Bethânia e Marisa Monte. Prêmios e platinas sucedem-se ao lançamento do álbum.
“Maria” constitui o título que Carminho escolheu para o quinto da sua carreira, um álbum que assina a produção e inclui várias canções de sua autoria. Um disco emocionante que assimila tudo aquilo que Carminho aprendeu diretamente das suas raízes do fado, respeitando a verdade das palavras e da linguagem tradicional, mas ao mesmo tempo com um olhar livre e contemporâneo sobre o mundo que a inspira, reinterpretando muito do que aprendeu com o fado desde pequena.
O ano de 2023 é o "Portuguesa", o mais recente álbum assinado por Carminho, onde continua a prática do fado movendo-se como peixe numa água que é a sua, como ela mesma afirma. E teve marcos significativos na sua história. Carminho teve a honra de interpretar “Estrela”, uma composição original, para o Papa durante a Jornada Mundial da Juventude em Lisboa, para uma plateia de 1,5 milhões de pessoas e 600 milhões de telespectadores em todo o mundo.
Apenas um mês depois, o filme "Poor Things", realizado por Yorgos Lanthimos, contou com uma participação especial de Carminho, ao cantar e tocar a guitarra portuguesa numa emocionante versão da música "O quarto" ao vivo no set, durante uma cena intensa de troca de olhares com Emma Stone. Este filme ganhou o Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza. Em seguida, Carminho foi convidada pelo Coldplay para cantar o fado "Coimbra" com Chris Martin e Bárbara Bandeira no Estádio de Coimbra.
Entre todas estas conquistas, Carminho foi convidada por Caetano Veloso para participar na sua tour "Meu Coco", onde cantaram em dueto "Você-Você", uma música escrita por Caetano, inspirada e feita para Carminho, que surgiu de uma discussão entre os dois sobre a língua portuguesa.
A artista acaba de fechar uma extensa tour pela Europa, EUA e Canadá, para apresentar seu álbum "Portuguesa", o trabalho que foi reconhecido com uma indicação ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Raízes em Língua Portuguesa. Estas conquistas solidificam o seu status como uma artista incomparável, conhecida pela sua notável voz, talento, composição e dedicação artística inabalável. A produção local do show é da Orth Produções de Florianópolis.
Em comemoração aos 98 anos do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarna, a Banda de Músicos da instituição estará presente no Teatro Ademir Rosa, do Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis no dia 24 de setembro, às 20h. Os ingressos são gratuitos, mediante a entrega de 1kg de alimento não perecível na entrada do evento, e devem ser reservados pelo site Sympla neste link.
No repertório da noite, a banda apresentará concerto com repertório de músicas nacionais.
O espetáculo "A Última Sessão de Freud", dirigido por Elias Andreato com texto do premiado autor americano Mark St. Germain, está de volta ao palco do Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), nos dias 20, 21 e 22 de setembro. A trama apresenta um encontro fictício entre Sigmund Freud (Odilon Wagner - o pai da psicanálise, e o escritor, poeta e crítico literário C.S.Lewis (Marcello Airoldi), dois intelectuais que influenciaram o pensamento científico filosófico da sociedade do século 20.
Durante esse diálogo, Sigmund Freud, crítico implacável da crença religiosa, e C.S. Lewis, renomado professor de Oxford, crítico literário, ex-ateu e influente defensor da fé baseada na razão, debatem, de forma apaixonada, o dilema entre ateísmo e crença em Deus. O texto de Mark St. Germain é baseado no livro Deus em Questão, escrito pelo Dr. Armand M.Nicholi Jr. - professor clínico de psiquiatria da Harvard Medical School. Freud quer entender por que um ex-ateu, um brilhante intelectual como C.S. Lewis, pode, segundo suas palavras, “abandonar a verdade por uma mentira insidiosa” - tornando-se um cristão convicto.
No gabinete de Freud, na Inglaterra, eles conversam sobre a existência de Deus, mas o embate verbal se expande por assuntos como o sentido da vida, natureza humana, sexo, morte e as relações humanas, resultando em um espetáculo que se conecta profundamente com o espectador através de ferramentas como o humor, a sagacidade e o resgate da escuta como ponto de partida para uma boa conversa. O sarcasmo e ironia rondam toda essa discussão. As ideias contundentes ali propostas nos confundem, por mais ateus ou crentes que sejamos.
O cenário assinado por Fábio Namatame (indicado ao Prêmio Shell melhor cenário) reproduz o consultório onde Freud desenvolvia sua psicanálise e seus estudos. Ele estava exilado na Inglaterra depois de ter fugido da perseguição nazista na Áustria, em plena segunda guerra mundial, no ano de 1939.
Sinopse
No gabinete de Freud, na Inglaterra, o pai da psicanálise e o escritor C.S. Lewis conversam sobre a existência de Deus, mas o embate verbal se expande por assuntos como o sentido da vida, natureza humana, sexo e as relações humanas, resultando em um espetáculo que se conecta profundamente com o espectador através de ferramentas como o humor, a sagacidade e o resgate da escuta como ponto de partida para uma boa conversa. O sarcasmo e ironia rondam toda essa discussão. As ideias contundentes ali propostas nos confundem, por mais ateus ou crentes que sejamos.
Ficha Técnica
Texto: Mark St. Germain
Tradução: Clarisse Abujamra
Direção: Elias Andreato
Assistente de Direção: Raphael Gama
Idealização: Ronaldo Diaféria
Elenco: Odilon Wagner e Marcello Airoldi
Cenário e figurino: Fábio Namatame
Assistente de cenografia: Fernando Passetti
Desenho de Luz: Gabriel Paiva e André Prado
Iluminação: Nádia Hinz
Trilha Sonora: Raphael Gama
Arte Gráfica: Rodolfo Juliani
Fotografia: João Caldas
Designer de som: André Omote
Coordenador Geral de Produção: Ronaldo Diaféria
Produtora Executiva: Katia Brito
Direção de palco / Contra-regragem: Vinicius Henrique, Kauã Nascimento
Produtores Associados: Diaféria Produções e Itaporã Comunicação
Ingressos à venda no site www.freud.art.br
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 90 minutos