O Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), recebe nos dias 16 e 17 de novembro, às 20h e às 18h, respectivamente, o espetáculo "Norma". A peça traz os atores Nívea Maria e Daniel Rocha nos papeis principais.
O texto de Dora Castellar e Tônio Carvalho fala sobre Norma e Renato, dois seres humanos que se movimentam de forma muito diversa pela vida. Ela é rígida, segue padrões, “leis”, códigos. Ele se permite correr riscos, fazer escolhas, mudar, renascer. A peça, com direção de Guilherme Piva, chega a Florianópolis para duas sessões.
A Companhia de Teatro Trupe Toe, de Florianópolis, apresenta o espetáculo "Se não agora, quando?" e recebe convidados no palco do Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis, no dia 15 de novembro, às 20h. Ingressos à venda no site Sympla
A noite será dividida em dois atos. O primeiro com o Espetáculo “Se não agora, quando?”, da Companhia Trupe Toe, de Florianópolis/SC. Integrando arte, música e dança, o espetáculo traz ao palco uma potente reflexão sobre temas pungentes relacionados aos padrões culturais de gêneros e raça. A proposta provocativa convida o público a despertar um olhar mais sensível à mudança, apontando para a busca de uma sociedade mais igualitária. A obra tem como tema a abordagem da situação atual das mulheres, suas lutas, conquistas e vozes em busca de igualdade, ampliando ainda a discussão para racialidade.
Por meio da dança, da voz e da música, o espetáculo proporciona uma reflexão sobre as questões de gênero, raça, equidade e respeito. Desta forma, o show é um estímulo e um incentivo para todas as pessoas terem conhecimento dos seus direitos e acreditarem que podem e devem buscar seus lugares e suas representatividades.
A proposta do coletivo é provocar a ação no hoje, "pra que amanhã não seja só um ontem com um novo nome" (Amarelo, Emicida). O espetáculo dialoga entre a Dança e a Música, conectadas ao vivo para expressar esta ideia. A linguagem de dança utilizada majoritariamente é a do Tap Dance (Sapateado Estadunidense), que tem sua origem afrodiaspórica nos Estados Unidos, com influências da dança contemporânea.
Assim, a obra expressa diversas manifestações culturais que se conectam em suas ancestralidades de imensa riqueza, garantindo uma grande representatividade. Considerada uma obra feminista e antirracista, o espetáculo apresenta uma trilha sonora autoral composta exclusivamente para o show, completamente fundamentada na música brasileira - maracatu, choro, ciranda, samba, samba de partido alto e baião -, trazendo a ancestralidade afrodiaspórica do Brasil.
Todas as músicas são executadas ao vivo por cinco musicistas e uma cantora que, ao se misturarem com os dançarinos no palco, inovam a cena artística. Musicistas dançam e dançarinas(os) tocam. A integração entre música e dança é feita por meio de recursos wireless (sem fio), não segregando as artes, mas sim as unindo na versatilidade dos corpos e na valorização de cada singularidade.
As cenas são compostas por momentos em coletivo e em solos/duos, em que cada forma de expressão é trazida. O elenco é diverso e composto por pessoas negras (homens e mulheres), pessoas brancas de origem latina, pessoas brancas de origem alemã e pessoas amarelas de origem leste asiática. Com isso, a obra representa cada singularidade e valida a expressão genuína de cada corpo. Participam do elenco os/as bailarinos/as Bruno Maria, Marina Coura, Vivian Shimizu e Yasmin Bogo; as/os instrumentistas Natalia Livramento, Angela Coltri, Osvaldo Pomar, João Peters e Addia Furtado; e a cantora Dandara Manoela. A direção-geral e coreográfica é assinada por Marina Coura, diretora da Companhia Trupe Toe, e a co-orientação cênica e preparação corporal, pelo renomado bailarino e coreógrafo Adilso Machado, do Grupo Cena 11.
A concepção cênica reforça a mensagem de reflexão sobre paradigmas culturais pelo elenco em si e pelas cenas construídas. A exemplo disso, uma das cenas que marca a obra quando Addia Furtado (percussionista), especialista em percussão do Oeste Africano, traz uma cena de Mandengue, onde uma mulher negra toca djambe e dialoga com um homem negro dançando. Vale mencionar que as atividades do Grupo já vêm se desdobrando em uma ação social contínua com oficinas de Sapateado regulares desde abril de 2022, atendendo atualmente 50 crianças na Casa São José, instituição de região periférica de Florianópolis que trabalha com crianças e adolescentes.
No segundo ato, teremos grupos convidados que encantarão a noite! São eles: Garagem da Dança, Cenarium Escola de Dança, IGK Dance, Lab Dance Studio, Skiante Escola de Dança e Grupos Contos e Danças.
As escolas de dança Andrea Nolla e Ana Ritmos apresentam o espetáculo "A Magia do Cinema" no palco do Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), no dia 14 de novembro, às 19h30.
Ingressos à venda no site Floripa Ticket
A Orquestra Filarmônica Catarinense (OFiC) realiza, no dia 13 de novembro (quarta-feira), às 20h, no Teatro Ademir Rosa (CIC), o concerto “Noite Transfigurada”, que reúne duas obras-primas da música ocidental: “Noite Transfigurada”, de Arnold Schoenberg, e a Serenata para Cordas Op. 48, de Piotr Ilitch Tchaikovsky. A apresentação, que será gratuita e aberta ao público, estará a cargo da formação de cordas da OFiC.
O ponto alto da noite será a execução inédita em Santa Catarina da emblemática obra “Noite Transfigurada”, apresentada na versão para orquestra de cordas. Neste ano, a composição celebra os 150 anos de nascimento de Arnold Schoenberg, uma das figuras mais revolucionárias da música do século XX. Embora o compositor austríaco seja amplamente reconhecido pelo desenvolvimento do dodecafonismo — um método que marcou a vanguarda musical —, a obra pertence a um período anterior e representa sua despedida do estilo pós-romântico. Inspirada em um poema de Richard Dehmel, “Noite Transfigurada” narra, por meio da música, a complexa história de amor de um casal, explorando emoções profundas e um lirismo envolvente.
A apresentação segue com a execução da Serenata para Cordas Op. 48, em Dó Maior, de Tchaikovsky. Vibrante e cheia de contrastes, a obra reflete a habilidade do compositor russo em alternar momentos de delicadeza com passagens enérgicas e grandiosas. A composição é considerada uma das mais importantes do repertório para cordas e promete encantar o público pela sua expressividade.
A orquestra conta com o incentivo das empresas Ciser, Diamante, Distlé, Engie, Multilog e Portobello, por meio da Lei Rouanet, além do apoio da Fundação Galeto’s, Instituto Pedra Branca e Central Floripa.
Sobre a Orquestra Filarmônica Catarinense (OFiC)
A Orquestra Filarmônica Catarinense (OFiC) nasce com uma proposta revolucionária para disseminar a música de concerto integrando continuamente ações educativas, sociais e conscientização ecológica. Além do repertório sinfônico clássico, a OFiC valoriza a prática de música de câmara, com programas musicais diversificados e promove o desenvolvimento abrangente dos músicos.
Ingressos no site Pensa no Evento
O Teatro Ademir Rosa no Centro Integrado de Cultura (CIC) recebe neste domingo (10), às 16h, o espetáculo infantil "Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau". A peça do Grupo Teatral Independente, tem produção de Valdir Dutra.
A história do Francês Charles Perrault, escrita em 1697, foi sujeita a inúmeras adaptações modernas e leituras, mudando consideravelmente ao longo dos anos. E, agora será contada pelo Grupo Teatral Independente, no palco do Teatro Ademir Rosa, em Florianópolis, retornando a pedidos, no encerramento da temporada de teatro infantil de 2024.
Este texto, adaptado pelo próprio Grupo, completa seu 45º aniversário de estreia e garante diversão em tamanho família mostrando a aventura de Chapeuzinho Vermelho, uma bela menina que leva docinhos para sua vovozinha, moradora de uma humilde casa no coração da floresta. No caminho, um perigoso lobo está a espera da menina, sem saber que dois medrosos caçadores farão de tudo para protegê-la!
Ingressos à venda no site Blueticket
Classificação: Livre