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No dia 22 de abril, às 20h, Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (OSSCA) apresenta o Especial Sinfônico Rita Lee, em homenagem à eterna Rainha do Rock Brasileiro. O show será no palco do Teatro Ademir Rosa, localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC).

A noite terá a participação especial da cantora ABRUNA, com o repertório que passeia pelos maiores clássicos de Rita Lee, ganhando vida através de arranjos sinfônicos exclusivos e inéditos.

Classificação indicativa: livre

Ingressos à venda no site Pensa no Evento

A Companhia de Dança Deborah Colker retorna ao palco do Teatro Ademir Rosa, no CIC, de 17 a 19 de abril, para curtíssima temporada do seu mais recente trabalho intitulado “Remix”, que reúne cenas icônicas extraídas de “Vulcão” (1994), “Rota” (1997), “4x4” (2002) e “Belle” (2014), incluindo as coreografias com os vasos suspensos e a roda gigante. A Companhia de Dança Deborah Colker é apresentada pelo Ministério da Cultura e tem patrocínio da Vale, por meio da Lei Rouanet. O show ocorrerá na sexta, às 20h30; sábado, às 16h e às 20h; e domingo, às 18h. 

Este lançamento ocorre na esteira das comemorações dastrês décadas de existência da Companhia. Depois do sucesso de “Sagração” (2024), a coreógrafa Deborah Colker e o diretor executivo João Elias entenderam que este também é um momento para extrair do próprio repertório algo com uma perspectiva totalmente inovadora.

O elenco, com 16 bailarinos, dança, na primeira metade, as coreografias “Paixão” do espetáculo “Vulcão” (1994), a cena da cortina de “Belle” (2014) e os vasos de “4x4” (2002), com o solo de piano executado pela pianista Patrícia Glatzl ou, quando a agenda permitir, pela própria Deborah. O  fechamento do programa fica por conta das coreografias “Gravidade” e “Roda” do espetáculo “Rota” (1997).

SOBRE AS CENAS E OS ESPETÁCULOS por ordem de aparição em “Remix”

“Paixão”, do espetáculo “Vulcão” (1994), foi extraída do primeiríssimo trabalho da Companhia de Dança Deborah Colker. A coreografia revela diversas situações, nas quais o corpo e a dança são tomados pelo tórrido sentimento que dá origem a tantas criações artísticas. Do transe ao descontrole, os movimentos elevam a temperatura já no início do primeiro ato de “Remix”. A temperatura se mantém elevada com a cena da cortina de “Belle” (2014), espetáculo livremente inspirado no romance “Belle de Jour” (1928), de Joseph Kessel, e no filme “A Bela da Tarde” (1967), de Luís Buñuel. A recatada personagem Séverine trava um duelo com seu alter ego, a libidinosa Belle, representando um conflito feminino entre a expectativa de atendimento aos bons costumes e a entrega plena ao prazer. Após o intervalo, a atmosfera onde pairam o sublime e a tensão tem sequência com “Vasos”, originada no espetáculo “4x4” (2002). Uma sonata de Mozart tocada ao vivo em piano de cauda no palco, anuncia o começo de uma das coreografias mais icônicas da Companhia. Bailarinos dançam entre vasos, alternando velocidade e delicadeza, até que a suspensão das ânforas criem uma imagem de raríssima beleza, fechando o primeiro ato de ‘’Remix”.

O segundo ato de “Remix” é composto por duas cenas do espetáculo “Rota” (1997). Na reverberação da leveza sugerida pelo fim do primeiro ato, “Gravidade” é resultado da observação da “dança dos astronautas”, que tiveram a oportunidade de experimentar a liberdade de não obedecerem às leis gravitacionais. O encerramento de “Remix” fica por conta da “Roda”. Com tantos significados em diferentes culturas de sociedades humanas, a gigante roda aparece como um brinquedo de parque de diversões, onde o lúdico recria possibilidades de socialização e a existência ganha novos sentidos pelo constante movimento de girar, que faz alternar o que está embaixo e o que está em cima, seguindo o próprio fluxo do planeta, que gira para garantir a continuidade da vida. 

COMPANHIA DEBORAH COLKER

Criada em 1994, a Companhia de Dança Deborah Colker celebrou 30 anos de atividades em 2024 e recebeu da ALERJ a Medalha Tiradentes, tornando-se Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Com dezesseis espetáculos em seu repertório, a Companhia se mantém como uma das mais premiadas e prestigiadas no Brasil e no mundo, recebendo em 2018 o Prix Benois de la Danse de Moscou, o mais importante prêmio da categoria. Recebeu ainda um Laurence Olivier em 2001, célebre prêmio britânico, concedido pela The Society of London Theatre. Em 2009, Deborah Colker foi convidada pelo Cirque du Soleil para a criação de “OVO”, sendo a primeira mulher a dirigir um espetáculo para a trupe canadense. Em 2016, foi a diretora de movimento da cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro, evento transmitido para mais de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo. Em 2024, se tornou a primeira mulher brasileira a dirigir uma ópera no Metropolitan de Nova York (Met), com “Ainadamar". A experiência resultou no convite para criar uma obra inédita: “El Último Sueño de Frida y Diego”, que vai estrear no Met em maio de 2026. Em três décadas, a Companhia já realizou mais de 2 mil apresentações, em cerca de 168 cidades, de 32 países, atingindo um público de mais de 3,5 milhões de pessoas.

FICHA TÉCNICA

Criação e Direção
DEBORAH COLKER

Direção Executiva e Dramaturgia
JOÃO ELIAS

Direção Musical
BERNA CEPPAS

Direção de Arte
GRINGO CARDIA

Figurinos
CLAUDIA KOPKE (figurinista)
YAMÊ REIS (criação original)
SAMUEL CIRNANSCK (criação original)

Desenho de Luz
JORGINHO DE CARVALHO

Duração: 100 minutos (com intervalo)
Classificação Indicativa: 10 anos

Ingressos à venda no site DiskIngressos

 

O comediante Rodrigo Marques, um dos nomes mais carismáticos do stand-up nacional, está de volta aos palcos com seu novo espetáculo solo. O espetáculo chega ao Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), no dia 12 de abril, em dois horários: às 17h30 e às 20h30.

Conhecido pelo humor inteligente e pelas histórias pessoais contadas com irreverência, Rodrigo promete arrancar gargalhadas com piadas inéditas, observações ácidas do cotidiano e seu olhar único sobre situações inusitadas da vida real. No seu novo show, "História de Pescador", Rodrigo Marques volta a questionar as certezas da natureza humana desafiando o espectador a não morrer de rir mesmo quando toca em assuntos que são considerados tabu. 

Classificação indicativa: 16 anos

Ingressos à venda no site Minha Entrada:

:: Sessão das 17h30

:: Sessão das 20h30

 

O Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), volta a receber o espetáculo infantil "O Gato de Botas" no dia 11 de abril, às 16h. Ingressos à venda no site Blueticket

Espetáculo produzido e dirigido por Valdir Dutra, adaptado para o teatro infantil pela professora Maura Soares, retorna ao palco do Teatro Ademir Rosa em após o sucesso da estreia dessa nova montagem imperdível, repleta de ação, aventura e muita magia para toda a família.


O conto de fadas de autoria do escritor francês Charles Perrault, publicado em 1697, se passa num país muito distante, onde morava um marquês falido com três filhos. Devido a falta de capacidade de gerir a fortuna quando o pai morreu, nada tinha para deixar para os filhos... o pequeno castelo estava em ruínas, as roupas rasgadas, e a despensa quase vazia! Só restou um moinho com pouca farinha, um burrinho e um gato.

Cada filho ganhou de herança as três coisas que restaram. Ao mais moço coube o gato, mas esse gato não era um gato comum... Era um gato mágico que, calçando suas botas mágicas, consegue livrar o jovem e falido marquês de muitas enrascadas, rumo ao castelo de vossa majestade!

Mas, nem tudo é alegria neste reino... Pois o temido e perigoso Ogro da Montanha, vilão desta história, chega antes que o gato ao castelo do Rei na tentativa de se casar com a linda Princesa, futura rainha. Assim, para que a nossa história tenha um final feliz, o astuto felino contará com toda a garotada para enfrentar o ogro nesta grande jornada.

 

No dia 10 de abril, às 21h, o Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), recebe o espetáculo Queen Celebration in Concert Symphonique. Ingressos à venda no site Blueticket.

No palco, o cantor André Abreu dá vida ao imortal Freddie Mercury em um resgate histórico desta que é uma das maiores bandas britânicas de todos os tempos. Notável, o cantor, multi-instrumentista, compositor e produtor musical impacta, não apenas pela aparência física semelhante a Mercury, mas pela qualidade, afinação e extensão vocal. Reconstitui cenas do imaginário afetivo do público em uma homenagem à altura de Freddie Mercury, ídolo de André Abreu desde antes de sequer entender a dimensão e o alcance que o astro internacional tem na música mundial. 

Formado em 1970 por Brian May (guitarra e vocais), Freddie Mercury (vocais e piano), John Deacon (baixo) e Roger Taylor (bateria e vocais), o Queen, com um estilo incomparável, marcou época e se tornou eterno com músicas que são verdadeiros hinos para todas as gerações.

Em Queen Celebration in Concert, o público é convidado a reviver momentos inesquecíveis da banda, já que espetáculo, com uma hora e meia de duração, resgata trechos marcantes de turnês e shows memoráveis, dentre eles, Queen Live at Wembley Stadium, de 1986. O cenário de Esteban Grossy e os figurinos minuciosos, ricos em detalhes, idealizados pelo próprio André Abreu, reproduzem com perfeição a atmosfera de canções que alcançaram as paradas de sucesso, como “Love of my Life”, “We Are The Champions”, “We Will Rock You”, “Radio Gaga”, “Crazy Little Thing Called Love”, “Don’t Stop Me Now”, “Somebody to Love” e “Another One Bites the Dust”, e tornaram o Queen recordista de vendas de discos em todo o mundo.

O experiente guitarrista Danilo Toledo, com competência, executa os solos de Brian May. Completam o time de Queen Celebration in Concert o baixista PH Mazzilli e o baterista Guib Silva que juntos trazem para o palco a energia contagiante tal qual quando o quarteto britânico se apresentava. A banda é acompanhada por uma orquestra formada por 14 músicos sob a regência do experiente Andrei Presser, que também trabalhou no musical We Will Rock You.

Classificação indicativa: 16 anos