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No próximo dia 26, segunda-feira, a Sala de Cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC) recebe a 3ª Mostra de Animação LapisLab, com o apoio do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC).

LapisLab é a primeira escola de Desenho de Animação e Stop Motion para crianças no Brasil, tem sede em Florianópolis e outros pontos de ensino, inclusive fora do município, como é o caso da Pedra Branca, em Palhoça. Essa ferramenta de comunicação pode ser aplicada tanto para as histórias que os alunos criam, como na apresentação de trabalhos de escola e profissionais, ou ainda simplesmente para dar asas à criatividade artística. Durante a mostra são convidados todos os alunos da escola e seus familiares para verem os trabalhos desenvolvidos durante o ano.

A 3ª Mostra de Animação LapisLab tem entrada gratuita e é aberta ao público. 

O Museu da Imagem e do Som (MIS/SC) oferecerá nos dias 05 e 06 de dezembro um curso gratuito sobre fotografia básica com câmeras compactas e celulares. As aulas serão realizadas das 9h às 11h, na sala de cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC).

A atividade é dirigida a alunos sem nenhuma experiência em fotografia e terá como ministrante Sérgio Sakakibara. Nos dois dias serão apresentadas noções básicas de fotografia com câmeras compactas e celulares. Os alunos aprenderão noções de luz e cor, controles básicos em dispositivos automáticos, aplicativos e softwares, descarga no computador, pequenos ajustes na imagem, armazenamento, compartilhamento e impressão.

Serão disponibilizadas 135 vagas, preenchidas pela ordem de inscrição. 

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo formulário: https://goo.gl/forms/XjBGg6ZpabUIBMPp1

 

Serviço:

Curso de fotografia básica
Datas: 5 e 6 de dezembro (quarta e quinta-feira) 
Horário: das 9h às 11h
Local: Sala de Cinema do Centro Integrado de Cultura / Fundação Catarinense de Cultura
Endereço: Av. Gov. Irineu Bornhausen 5600 - Agronômica - Florianópolis - SC.

Depois do sucesso das primeiras quatro edições, está de volta o projeto Cinema ao Vivo, promovido pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do Museu da Imagem e do Som (MIS/SC). Para esta quinta edição, o pianista e sintesista Diogo de Haro fará, ao vivo, a trilha sonora para a exibição do filme Metrópolis, de Fritz Lang, de 1927.  As sessões de estreia serão realizadas na Sala de Cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC) nos dias 19, 20 e 21 de novembro de 2018, às 20h. A entrada é gratuita, com distribuição de dois ingressos por pessoa uma hora antes do espetáculo (até a lotação do espaço).

Sobre o Cinema ao Vivo
O projeto do MIS/SC tem como objetivo promover exibições, no Cinema do CIC, de longas-metragens clássicos do cinema mundial, com a execução de sua trilha sonora ao vivo, por bandas de música e outros artistas renomados. Assim, o museu visa proporcionar ao público a oportunidade de assistir gratuitamente grandes espetáculos que remontam às origens do cinema mundial, resgatando-se a tradição do antigo “cinema mudo”, em que devido a limitações tecnológicas, o som era executado ao vivo por uma banda e, exatamente por isso, cada sessão era única.

Sobre o filme
O filme alemão, dirigido por Fritz Lang, é do gênero ficção científica. Mostra o cotidiano de uma cidade futurista, Metrópolis, no ano de 2026, cem anos após a produção do filme. Revela as diferenças entre os operários que vivem no subterrâneo e os mais ricos que vivem na superfície, enfatizando contrastes sociais. Durante a história, o personagem Freder, filho do governante, se apaixona por Maria, uma trabalhadora que cuida de crianças.

Sobre Diogo de Haro
O compositor, sintesista e pianista Diogo de Haro atua no cenário artístico catarinense em performances que contemplam o jazz, a música experimental e a improvisação livre em linguagens tonais e pós tonais. Pianista de formação clássica, mestre em práticas interpretativas pela Ufrgs, com foco em repertório de música contemporânea com abordagem improvisatória, o artista também tem investido nos últimos cinco anos em paletas sonoras que mesclam os sons dos sintetizadores e sequenciadores analógicos, com o piano elétrico e acústico. Um dos resultados dessa pesquisa, o espetáculo “Miragem” foi um do dois trabalhos catarinenses selecionados para o Circuito Sesc de Música de 2017. Também é autor de diversas trilhas sonoras da produção audiovisual catarinense.

Sobre a trilha
Diogo de Haro pretende recriar o ambiente e a experiencia extenuante vivida pelo povo do subterrâneo, que opera as grandes máquinas que alimentam e movimentam a cidade Metropolis. Ao manejar suas máquinas sequenciadoras e seus sintetizadores analógicos e piano elétrico, o músico movimenta, com sua trilha sonora frenética e sombria, a carga dramática do filme ao longo de suas duas horas e meia de duração. 

As sessões contam também com a participação especial e colaboração da flautista, cantora e compositora Johanna Hirschler.

Serviço
Cinema ao Vivo, com exibição do filme “Metrópolis ” e trilha sonora executada ao vivo por Diogo de Haro
Quando: 19, 20 e 21 de novembro de 2018, às 20h.
Onde: Sala de Cinema do Cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC)
Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis (SC)
Entrada: Gratuito – distribuição de dois ingressos por pessoa uma hora antes do espetáculo - sujeito à lotação do espaço
Informações: (48) 3664-2652 / Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

Ascom FCC

A mostra "Almofada de Penas: arte em stop motion", que reconstrói a trajetória da produção do filme de animação Almofada de Penas, chega neste sábado, 10, à cidade de Joinville.  Após cinco anos de pesquisa e processos artísticos, a equipe apresenta ao mundo uma animação de 12 minutos e 17 segundos que ganhou uma exposição no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), de março a junho deste ano, e a partir do sucesso de visitação a mostra ganha itinerância a cidade de Joinville, na Galeria Municipal de Arte Victor Kursansew. A exposição, que segue até janeiro de 2019, pretende evidenciar as minuciosas e diversas etapas que compõem o filme, permitindo percorrer com detalhamento o fascinante mundo da animação em stop motion. Entre as peças em exposição, estão personagens, cenários, adereços, figurinos e sistemas utilizados durante o processo de animação, além de materiais de pesquisa, storyboard, concepts, cartazes, trailer e imagens de bastidores. A mostra em Joinville contou com apoio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e MIS/SC.

Poucas técnicas de filmagem são tão minuciosas quanto o stop motion: são necessárias 24 fotos para se criar um segundo de filme. E foi com esse desafio em mãos que o diretor Joseph Specker Nys escolheu a técnica para conceber o curta-metragem de animação "Almofada de Penas". O passo seguinte foi juntar-se à produtora 2 Plátanos e reunir profissionais das mais variadas áreas e nacionalidades na cidade de Florianópolis. Como resultado, o projeto foi contemplado no programa Rumos Itaú Cultural 2013-2014. O filme "Almofada de Penas" é uma adaptação do conto homônimo do escritor Horacio Quiroga (1878-1937), considerado um dos principais contistas latino-americanos de todos os tempos. A trama traz Alicia, protagonista que contrai uma doença inexplicável, enquanto seu marido Jordão presencia tudo de modo indiferente. Algo oculto a está enlouquecendo e a enfermidade faz a jovem mulher mesclar a realidade com alucinações monstruosas.

O quê: "Almofada de Penas: arte em stop motion"

Abertura: 10 de novembro de 2018, às 10 hs, com  conversa com a equipe do Curta

Visitação: 12/11/2018 a 16/01/2019

Pré-estreia do curta no auditório Casa da Cultura Fausto Rocha Junior

Local: Galeria Municipal de Arte Victor Kursancew, Rua Dona Francisca, 800 - Saguaçu - 89221-006, Joinville - SC

Horário de visitação: segunda a sexta, das 8h às 20h

Entrada gratuita.

 

O Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL) apresentará nos dias 08 e 09 de novembro, às 14h30, a Mostra de Filmes Línguas e Identidades reunindo realizações que abordam a temática da diversidade linguística no Brasil com títulos que trazem a língua guarani mbya, o talian, o hunsruckisch, o pomerano, o polonês.

A mostra visa difundir e divulgar a questão da Diversidade Linguistica no Brasil. Aqui, estima-se que mais de 250 línguas sejam faladas entre indígenas, de imigração, de sinais, crioulas e afro-brasileiras, além do português e de suas variedades. Esse patrimônio cultural é desconhecido por grande parte da população brasileira, que se acostumou a ver o Brasil como um país monolíngue. O resultado da mobilização que envolveu setores da sociedade civil e governamentais interessados em mudar esse cenário é o Decreto nº 7.387, de 9 de dezembro de 2010, que instituiu o Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL) como instrumento oficial de identificação, documentação, reconhecimento e valorização das línguas faladas pelos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira. A produção de conhecimento e a documentação das línguas são elementos fundamentais dessa política, pois parte considerável da diversidade linguística no Brasil não foi suficientemente documentada e estudada.

A proposta da mostra é apresentar realizações pertinentes ao tema, em documentário ou ficção, para valorizar e promover a diversidade linguística brasileira, discutindo e difundindo o INDL e as políticas linguísticas, além é claro, de fazer uma costura entre os diversos realizadores e assim amplificar os trabalhos.

Na mostra serão apresentados, entre outros:

Dia 08 de novembro das 14 às 17h30
. FILÓ, de Maria Odete Meotti de Bairros, Antonio Prado-RS, ficção.
2018, Revelando os Brasis. 16 min.
. LAND SCHAFFEN, de Clarissa Beckert e Pedro Henrique Risse. Verte
Filmes. RS. 25,30 min
. VIVER NO BRASIL FALANDO HUNRSRUCKISCH, de Alice Soares, Ana
Winckelmann e Gabriel Schmi, Rio Grande do Sul, 2018. 40 min
. O LIVRO DE WALACHAI, de Rejane Zilles, 2006. 16 min
.WALACHAI, de Rejane Zilles. Rio grande do SUL, Okna Filmes. 85 min.

 

Dia 09 de novembro das 14 às 19h
DE TEMPOS EM TEMPOS, de Ana Johan, Revelando os brasis, 2010. 22
min
GUARANI, POVO DA MATA E DA UNIVERSIDADE, de Márcia Paraíso,
Santa Catarina. Plural Filmes. 15 min
SEM PALAVRAS, de Kátia Klock, documentário. Contraponto filmes. 53 min
VOZES DO MEU VALE, de Darlan Serafini, documentário. Prime Filmes.
2017. 25 min.
ARTES DA MEMÓRIA, de Daniel Choma. 2018. Câmara Clara. 29 min.
BRASIL TALIAN, de André Constantin. Documentário, Transe Filmes.
2008. 45 min
RECEITAS DA MEMÓRIA, de Peter Lorenzo, IPOL / IPHAN. 51 min
O QUE RESTA DA IMAGEM, de Rafael Wolfgramm. Documentário -
Laranja da Terra ES. Revelando os Brasis. 15,36min
A GUERREIRA GAVIÃO, de Robson Messias Lucas. Ficção - Bom Jesus
do Tocantins PA. Revelando os Brasis. 17 min
FALA, POMERANO, FALA, de Walter José Nunes. Espírito Santo.
Documentário. 45 min. KG filmes. 2017

 

Evento gratuito.