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Com o objetivo de orientar os responsáveis e profissionais atuantes em bibliotecas públicas de todo o estado, o Sistema de Bibliotecas Públicas de Santa Catarina (SBPSC) divulga um caderno com recomendações técnicas, que visam garantir a segurança dos servidores e público que frequenta estes espaços em caso de reabertura durante e após o período da pandemia causada pela Covid-19.

::  Confira aqui o caderno 

As orientações foram compiladas pelo SBPSC e são baseadas em recomendações de organismos nacionais e internacionais, como American Library Association, International Federation of Library Associations and Institutions, Ministério da Saúde, Organização Mundial de Saúde, Secretaria de Estado de Saúde de Santa Catarina e Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas.

Além das recomendações e medidas preventivas para aquelas instituições que, por algum motivo, precisem e tenham condições de reabrir em segurança ainda durante a pandemia, a publicação apresenta sugestões de atividades e ações que podem ser promovidas virtualmente para o engajamento da comunidade do entorno das bibliotecas e o incentivo à leitura.

A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) acaba de publicar o documento “Impacto da Pandemia da Covid-19 nas Instituições Museológicas Catarinenses”.

Clique no link para fazer o donwload:
::  Relatório Impacto da Pandemia da Covid-19 nas Insctituições Museológicas Catarinenses

O material foi produzido pela Diretoria de Patrimônio Cultural, por meio da Gerência de Museus e da Coordenação do Sistema Estadual de Museus de Santa Catarina (SEM/SC). O desenvolvimento do relatório deu-se a partir dos dados obtidos por uma pesquisa que buscou identificar os possíveis impactos causados pela pandemia nos museus catarinenses.

Para realizar o estudo foi disponibilizado um formulário on-line, enviado às 209 instituições museológicas que fazem parte da rede do SEM/SC. A pesquisa, com vinte perguntas, esteve disponível para acesso num período de trinta e quatro dias, entre os meses de abril e maio. O setor recebeu 79 formulários preenchidos, com informações de espaços existentes nas sete regiões museológicas do estado (Oeste, Meio-Oeste, Sul, Norte, Serra, Grande Florianópolis e Vale do Itajaí).

imagem SEm 1

O levantamento mostrou que 64,6% das instituições aderiram integralmente ou parcialmente a modalidade de trabalho a distância e 96,2% mantiveram os contratos de trabalho de seus funcionários.

Ainda segundo o estudo, cerca de 70 instituições possuem algum canal de comunicação virtual e mantiveram contato com seus públicos durante esse período de quarentena com de atualizações em suas redes sociais e websites.

Patrimônio Imaterial de Santa Catarina, registrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), a Pesca Artesanal com Auxílio dos Botos, realizada em Laguna, no sul do estado, ganhou um espaço virtual próprio. O site www.pescacombotos.art.br apresenta informações sobre a manifestação e intervenções, como a Boto Parade Laguna, que neste ano está em formato digital, apresentando uma exposição virtual; além de um espaço destinado a denúncias que possam ajudar na preservação dos botos.

A pesca tradicional com o auxílio do boto faz parte da história da pesca no Brasil. A atividade é considerada uma manifestação cultural tradicional, secular e de ocorrência extremamente rara, localizada em Laguna, cidade do litoral sul catarinense. A prática da pesca com botos define uma cultura própria relacionada a códigos com valor histórico e foi reconhecida pelo Estado de Santa Catarina como Patrimônio Imaterial em junho de 2018.

O Ateliê de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (Atecor), da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), acaba de publicar uma videoaula sobre Equipamentos de Proteção Individual (EPI). A atividade é direcionada a profissionais que lidam diretamente com acervos em instituições públicas ou privadas.

:: Clique aqui para assistir

O material está dividido em cinco partes. O objetivo é contribuir para a capacitação dos profissionais de museus, arquivos, memoriais e bibliotecas, a fim de melhorar os processos de conservação dos acervos catarinenses.

Em diversos momentos o Atecor desenvolveu atividades educativas para contribuir com a capacitação de profissionais conservadores-restauradores ao longo dos anos. Como nesse momento não foi possível realizar aulas presenciais (o Estágio Supervisionado Atecor, com duração de 140 horas de duração, e as oficinas de curta duração, já realizadas em diversas cidades do estado), a solução encontrada foi a criação de videoaulas. Portanto, com o isolamento social devido ao coronavírus, o meio virtual foi entendido como o mais adequado para continuar contribuindo para a qualificação profissional. “Sabemos que nada substitui a aula presencial, especialmente envolvendo a prática, mas por outro lado esperamos atingir um número muito maior de instituições, principalmente aquelas de cidades menores e mais distantes que dificilmente teriam acesso às aulas presencias”, explica a conservadora-restauradora do Atecor, Karen Kremer, autora do texto da videoaula.

O intuito da primeira aula é conhecer, selecionar e saber utilizar os EPIs adequados a cada procedimento de conservação-restauração. Em breve, o Atecor pretende dar continuidade às atividades, abordando outros assuntos relacionados à área.

Os técnicos do Atecor estão trabalhando remotamente e, em caso de dúvida, é possível buscar esclarecimentos pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) participou, nesta quinta-feira (7), da reunião convocada pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM/BR) e pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) para tratar da construção de um documento com protocolos para a reabertura dos museus no Brasil após a pandemia de Covid-19. O encontro virtual contou com a colaboração de profissionais de instituições como a Fiocruz e Museu do Amanhã (RJ). A instituição catarinense teve como representante o gerente de Museus, Renilton Assis.

 

O documento, cujo teor foi discutido durante a reunião virtual, apresentará recomendações para o atendimento ao público, como deve ser feita a higienização dos espaços, entre outras questões direcionadas à gestão dos museus em um momento de cuidado com a saúde das pessoas. A abertura de museus, neste momento, ainda não é cogitada, devido à dificuldade de se cumprir um protocolo mínimo de saúde nestes espaços. Promover a limpeza dos ambientes e a higiene das mãos com álcool gel, o uso de máscaras e luvas pode ser um problema neste momento de pandemia, por concorrer com as secretarias de Saúde na compra dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), podendo, inclusive, prejudicar hospitais na busca por esses materiais.

Foi debatida, ainda, a importância de os museus, neste momento, priorizarem atividades internas, remotas e virtuais, podendo, no caso de instituições que possuam jardins, utilizar esses espaços como alternativas aos espaços internos.

Na próxima semana, ocorrerá uma nova reunião com o objetivo de discutir a versão final do documento, após as contribuições de profissionais e museus. “Neste sentido, a Gerência de Museus da Diretoria de Patrimônio Cultural da FCC recomenda que seja feita a inclusão dos museus nos espaços que devem ficar fechados ao público, funcionado apenas de forma interna, remota, e virtual, sem atedimento ao publico”, adiantou Assis.