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 A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) acaba de disponibilizar as duas obras digitais selecionadas no concurso para aquisição de obras dos gêneros literatura, literatura infantojuvenil, biografia e história, publicadas em formato impresso ou digital, de autores catarinenses ou residentes há mais de dez anos em Santa Catarina, por meio da Comissão Catarinense do Livro (Cocali).

Em breve, os livros impressos selecionados no edital serão distribuídos a bibliotecas de Santa Catarina, por meio do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas.

Confira as obras:

 

NUNCA SE ESQUEÇA DE SER FELIZ!
Lucas Pereira

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Sinopse: Allegra, uma jovem marcada por tragédias pessoais e crises de ansiedade, enfrenta o maior desafio de sua vida: viver com o avô que abandonou durante sua infância. Forçada pelas situações, ela se vê presa em uma fazenda isolada, longe da civilização e do conforto da tecnologia moderna. Sua única esperança de liberdade é sobreviver até completar 18 anos, enquanto lida com um passado cheio de cicatrizes emocionais, a morte de sua mãe e uma relação de puro ódio com o homem que deveria ter sido sua família. Ao lado de um velho cão chamado Platão e sob o céu estrelado do interior, Allegra busca entender se é possível perdoar e encontrar felicidade, mesmo quando tudo ao redor parece conspirar para afundá-la em um abismo de dor.

A história de Allegra é um mergulho profundo em sentimentos de perda, raiva e busca por redenção. Em meio a um cenário bucólico e personagens intrigantes, ela descobrirá que, às vezes, a maior batalha que podemos travar é com nossos próprios demônios. Uma narrativa sobre coragem, autoconhecimento, Filosofia, espiritualidade e a luta para manter o coração aberto, mesmo quando tudo parece estar perdido.


QUANDO AS ÁRVORES MORREM

Tatiana Carolina Lazzarotto

CLIQUE AQUI PARA LER A OBRA OU ABRA PELO QR CODE ABAIXO:

 

Sinopse:  Narrado em primeira pessoa, o romance apresenta a história de uma mulher que perde o pai de forma repentina. Ela retorna a Província - cidade fictícia, inspirada em pequenas cidades do Oeste de Santa Catarina - para atender aos desejos deixados por ele: recuperar a casa da família e garantir que a velha árvore do quintal, já condenada, não seja derrubada. Ao mesclar uma experiência ficcional de luto com as próprias memórias (o pai da autora faleceu em 2018, em Santa Catarina), a narradora relembra a trajetória do patriarca, que deixou a profissão de comerciante quando ela e os irmãos eram crianças para se transformar em Papai Noel profissional. A família, galhos entrelaçados de uma árvore, é rememorada como clã – e configura-se como uma espécie de cordão de pisca-piscas em que cada lâmpada acesa importa para iluminar toda uma fileira. É a partir das memórias reais e ficcionais, suscitadas pelo próprio estar de abandono, que a narradora, já adulta, constrói uma narrativa madura e afetuosa sobre o luto. O livro foi contemplado pelo edital ProAC, um dos mais importantes do país, e ganhou resenhas e destaque em veículos de relevância nacional, como O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Jornal Rascunho e Jornal do Almoço (NSC). Os direitos do livro foram licenciados para a Audible/Amazon e em breve será disponibilizado em audiolivro. Está no prelo uma edição portuguesa da obra, prevista para ser lançada ainda em 2024, em Portugal.

 

 

 

 




Confira o programa Miscuta desta segunda, 3 de fevereiro, com mais informações sobre agenda da semana nos espaços administrados pela FCC e trilha sonora do álbum "Alma", lançamento do cantor florianopolitano Ryan Fidelis. 

Nos dias 14 e 15 de fevereiro, às 20h30 em ambos os dias e também às 17h no sábado, o Teatro Ademir Rosa no Centro Integrado de Cultura (CIC), receberá sessões do espetáculo teatro "O nome do bebê". Ingressos à venda no site Disk Ingressos

A direção é de Elias Andreato e o texto foi traduzido pela atriz Clara Carvalho, que buscou aproximá-lo ainda mais da realidade brasileira, valorizando ironias e sarcasmos. Montada em vários países e adaptada para o cinema em 2012, a versão brasileira tem o elenco formado por Bianca Bin, Cesar Baccan,  Eduardo Pelizzari, Lilian Regina e Marcelo Ullmann.

Na peça, Vincente e Anna vão jantar na casa da irmã dele para comunicar a ela, ao cunhado e a um amigo de infância o nome escolhido para seu primeiro filho. O pai de primeira viagem faz uma brincadeira infeliz e diz que o bebê se chamará Adolfo; nome cuja sonoridade se assemelha ao maior ditador da História. A partir dessa situação absurda, as personagens dão início a uma discussão crescente, que evoca uma série de memórias e ressentimentos profundamente escondidos, revelando seus preconceitos e contradições.

“Nosso olhar, percorre a crueldade e o fascínio que essas relações, tão conhecidas do nosso cotidiano, nos remetem às lembranças pueris e medonhas que guardamos para sempre. É impossível não nos identificarmos com os personagens, e com a situação criada pelos autores de forma tão realista e explosiva”, comenta o diretor Elias Andreato.

A peça revela que, para chegarmos às relações verdadeiras em nossas vidas, precisamos estar desarmados para aceitar e ouvir. A falta de escuta, tão comum nos dias de hoje, é o primeiro passo para a não-aceitação dos outros. E, sem aceitação, não há solução de conflitos. Os personagens descobrem que a única maneira de se entenderem, inclusive nas relações de amizade, é se abrirem para o diferente e deixarem de lado suas aparentes incompatibilidades.

“Quando o teatro provoca e nos inquieta, propondo um jogo teatral absolutamente verdadeiro, é porque ele está vivo, podendo ser violento e muito divertido. O homem é o único animal que ri diante do inferno que são os outros. Humor não se explica, mas a crueldade sempre nos incomoda. A nossa comédia certamente deixará o espectador feliz, mas ele terá que rir de si mesmo”, acrescenta o diretor sobre a encenação.

Sinopse

Vicente e sua esposa, que esperam seu primeiro filho, são convidados pela irmã dele e o seu cunhado para um jantar. Quando o pai de primeira viagem revela o nome de seu filho, conflitos são levantados, levando a revelações que mudarão as relações entre todos. Uma comédia contundente.

 Ficha Técnica:

Texto: Matthieu Delaporte e Alexandre de la Patellière. Tradução: Clara Carvalho. Direção: Elias Andreato. Assistente de Direção e Stand In: Mariana Loureiro. Elenco: Bianca Bin – Elizabete - Babú /Cesar Baccan – Pierre / Eduardo Pelizzari – Vicente / Lilian Regina – Anna / Marcelo Ullmann – Claude / Desenho de luz: Wagner Pinto. Figurino: Anne Cerutti. Assistente de Figurino: Luiza Spolti. Cenografia: Rebeca Oliveira. Cenotécnico: Evas Carreteiro. Equipe Cenotécnica: Alexandre Zimbarde, Roberio Araujo Barbosa, Sergio Sasso e Sergio Murilo. Assistente de Objetos: Mikaella Rodrigues. Trilha Sonora: Elias Andreato. Operador de luz: Guilherme Orro. Operador de Som: Eder Sousa. Fotos: Ronaldo Gutierrez e Karina Martins. Programador Visual: Rafael Oliveira. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes. Assistente de Produção: Rebeca Oliveira. Relações Públicas: Cynthia Rabinovitz. Coordenação de Comercialização para Grupos: Selene Marinho. Produtor Executivo: Marcelo Ullmann. Diretor de Produção: Cesar Baccan. Técnica de Palco: Lúcia Rosa. Produção: Baccan Produções e Kavaná Produções

Classificação indicativa: 12 anos.
Duração: 90 minutos

Mais informações: https://www.produtorakavana.com/o-nome-do-bebe/

A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) abre inscrições em fevereiro para alunos que irão frequentar a Escolinha de Arte no primeiro semestre de 2025. A seleção ocorrerá exclusivamente por sorteio de vagas.

A inscrição deverá ser feita presencialmente na Escolinha de Arte, situada no Centro Integrado de Cultura (CIC), no dia 17 de fevereiro de 2025 (segunda-feira), das 13h às 17h; ou no dia 18 de fevereiro (terça-feira), das 8h às 12h. Não é necessário apresentar documento da criança no ato da inscrição.

O sorteio de vagas será realizado no dia 20 de fevereiro de 2025, às 10h, na sala da Escolinha de Arte. O resultado será fixado na porta da Escolinha de Arte e publicado no site da FCC no dia 21 de fevereiro de 2025 (sexta-feira). Não haverá divulgação do resultado por telefone.

Os pais ou responsáveis dos alunos contemplados no sorteio deverão efetuar a matrícula na Escolinha de Arte no dia 24 de fevereiro (segunda-feira), das 13h às 17h; ou no dia 25 de fevereiro (terça-feira), das 8h às 12h, apresentando fotocópia do documento da criança, certidão de nascimento ou carteira de identidade. Caso não compareça, perderá automaticamente a vaga.

Obs: Os alunos contemplados para o 1º semestre terão a matrícula garantida para as atividades previstas para o 2º semestre.

CRONOGRAMA:

Inscrição: 17 de fevereiro de 2025, das 13h às 17h (segunda-feira); ou

                  18 de fevereiro de 2025, das 8h às 12h (terça-feira).

Resultado: 21 de fevereiro de 2025 (sexta-feira).

Matrícula: 24 de fevereiro de 2025 (segunda-feira), das 13h às 17h (segunda-feira); ou

                   25 de fevereiro de 2024 (terça-feira), das 8h às 12h (terça-feira).

Faixa etária: 5 a 12 anos.

 

HORÁRIOS DAS AULAS EM 2025:

MATUTINO (ARTES VISUAIS E TEATRO)
Idade: 5 e 6 anos - Terça-feira, das 9h às 10h; ou quinta-feira, das 10h30 às 11h30.
Idade: 7 e 8 anos - Terça-feira, das 9h às 10h ou quinta-feira, das 10h30 às 11h30.
Idade: 9 e 10 anos - Terça-feira, das 10h30 às 11h30.
Idade: 11 e 12 anos - Terça-feira, das 10h30 às 11h30.

VESPERTINO (ARTES VISUAIS E TEATRO)
Idade: 5 e 6 anos - Segunda-feira, das 14h às 15h; ou quarta-feira, das 15h30 às 16h30.
Idade: 7 e 8 anos - Segunda-feira das14h às 15h; ou quarta-feira, das 15h30 às 16h30.
Idade: 9 e 10 anos - Segunda-feira, das 15h30 às 16h30.
Idade: 11 e 12 anos - Segunda-feira, das 15h30 às 16h30.

MATUTINO (ARTES VISUAIS)
Idade: 10 a 12 anos - Quinta-feira, das 9h às 10h.

VESPERTINO (ARTES VISUAIS)
Idade: 10 a 12 anos - Quarta-feira das 14h às 15h

MATUTINO (TEATRO)
Idade: 10 a 12 anos - Quinta-feira, das 9h às 10h.

VESPERTINO (TEATRO)
Idade: 10 a 12 anos - Quarta-feira das 14h às 15h

Informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

A Comissão Permanente de Turismo, Cultura e Esporte do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (CODESUL) se reuniu, pela primeira vez, nesta sexta-feira, 31, em Bonito, no Mato Grosso do Sul. Durante o evento, três GTs (grupos de trabalho) debateram temas estratégicos com a coordenação de especialistas das fundações estaduais.
 
O encontro, que contou com a participação de secretários e gestores dos estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, alinhou ações voltadas ao desenvolvimento sustentável e à integração regional dos quatro estados que integram o Conselho. 
 
Na reunião do GT de Cultura, foram debatidos temas como a importância do Fórum Nacional de Gestores, a revisão do Marco Regulatório e a articulação política em Brasília. A presidente da Fundação Catarinense de Cultura (FCC/SC), Maria Teresinha Debatin, informou que os estados devem entregar um documento ao governo federal para pedir mais clareza sobre o calendário e valores dos orçamentos encaminhados aos estados do Sul. Também ficou definido que cada um dos quatro estados vai disponibilizar um valor dentro dos seus editais para que haja uma interação em projetos para a cultura.
 
A secretária de Articulação Nacional de Santa Catarina (SAN), Vânia Franco, que também é secretária do Codesul/SC e coordenadora da Comissão Permanente, disse que “as três reuniões dos Grupos de Trabalho demonstraram o comprometimento dos estados que integram o CODESUL em promover políticas públicas eficazes e ações concretas para o desenvolvimento cultural, esportivo e turístico”. 
  
A reunião também teve a participação virtual do gerente de Negócios Estratégicos da Embratur, Alexandre Nakagawa. Ele firmou o compromisso de receber em Brasília, ainda na primeira quinzena de fevereiro, os secretários de Turismo para conversar sobre como potencializar o desenvolvimento dos estados que integram o CODESUL.