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O Espaço Lindolf Bell, no Centro Integrado de Cultura (CIC), faz parte da programação do Prêmio Desterro – 12º Festival de Dança de Florianópolis, que ocorre de 26 de janeiro a 5 de fevereiro . A programação do maior palco de dança da Capital catarinense ocorrerá também no Passeio Primavera e no Teatro Ademir Rosa.

No total, 29 workshops são ministrados por professores de currículo nacional e internacional no Espaço Lindolf Bell. O Prêmio Desterro é uma realização do Instituto Cultural Desterro (ICD), incentivado pela Consul, pela Dominik MetalCenter e pela Havan, por meio do PIC (Programa de Incentivo à Cultura de Santa Catarina)/Fundação Catarinense de Cultura; e apoiado pela Jomani Corretora de Seguros e pelo Passeio Primavera, em correalização com o restaurante DANKO.

Pontos de venda:

*Site Blueticket (https://site.blueticket.com.br/evento/31593/12o-festival-de-danca-premio-desterro-bale-de-repertorio-e-neoclassico)
*Bilheteria do CIC (a partir do dia 28) – Avenida Governador Irineu Bornhausen, n° 5.600, Agronômica. (48) 3664-2628,
* Programação completa em www.premiodesterro.com.br

Desde o fim de semana, quem passar em frente ao Centro Integrado de Cultura (CIC), poderá observar que há um painel de LED com informações sobre a Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

O painel tem 8,64 x 2,88m. A ideia é modernizar a divulgação da agenda de exposições, espetáculos, oficinas e outros eventos culturais das casas administradas pela FCC.

ATENÇÃO: As sessões dos dias 10 e 17 foram canceladas por necessidade de manutenção do Cinema. 

O Cineclube da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis terá três sessões neste mês de dezembro, sempre aos sábados, às 16h. Os filmes têm entrada gratuita e são exibidos na telona do Cinema Gilberto Gerlach, no Centro Integrado de Cultura, com apoio do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) e Fundação Catarinense de Cultura (FCC). 

Confira a programação:

Dia 3/12:

Poporopó (de Luis Antônio Igreja, ficção, Brasil, 2021, 80min.) Livre
Julieta é uma palhacinha adolescente que vive com sua família peculiar: um grupo circense nômade. A vida da garota muda drasticamente quando seus pais decidem deixar o circo e tentar a
sorte em uma cidade próxima. Vestindo sempre seus trajes típicos e usando uma linguagem universal que dispensa palavras, a família enfrenta, com humor e alegria, uma série de dificuldades durante a adaptação a essa nova vida.

Dia 10/12:

Sessão Curtas Nacionais Mostra 2022 (48 min) Livre

Aquarelado (e Elisa Guimarães, MG, animação, 2022, 3 min.)
“Aquarelado”, dirigido por Elisa Guimarães e produzido pela Espacial Filmes, faz parte do Projeto Clipes Aquarelados, do Grupo Maria Cutia de Teatro. É o último trabalho, de uma série de cinco músicas, lançado oficialmente na página do YouTube da companhia, no dia 23 de abril de 2022. O videoclipe brinca com a estética da aquarela ao trazer o universo infantil na perspectiva de uma criança brincando, desenhando e misturando as tintas. A técnica de animação varia entre cut-out e tradicional.

Tatá e os amigos do cerrado (de Julio Quinan e Ricardo Gonçalves, GO, animação, 2020, 8 min.)
“Tatá e os amigos do Cerrado” é uma série de animação composta por pequenas histórias protagonizadas por animais do Cerrado brasileiro. O conteúdo, apresentado de forma lúdica e de fácil compreensão, tem o objetivo de despertar nas crianças uma consciência ambiental e de sustentabilidade.

O acordeonista (de Guilherme Dimov e Marcelo Pitel, SP, animação, 2022, 2 min.)
Um músico de rua vaga pela cidade à procura de um espaço para exibir sua arte, mas encontra dificuldades, pois o espaço urbano começa a ser disputado pelo som de caixas amplificadoras cada vez mais potentes.

Palmilha (de Anderson Lima, MG, ficção, 2018, 10 min.)
Após descobrir um furo no seu tênis, Gabi desiste de participar de uma partida de futebol. Mas Camile vai fazer de tudo para conseguir uma palmilha para o calçado da amiga.

Tom-Tom dente de leão (de Ariédhine Carvalho, SP, animação, 2021, 3 min.)
Tom-tom é uma menina de nove anos de idade, negra e de cabelos crespos, que quer ter os cabelos lisos como os de sua boneca. Quando esse desejo a frustra, Tom-Tom surpreende-se com a força e a leveza de sua própria beleza.

Lucy solta os bichos (de Sergio Martinelli e Billy Fernandes, SP, animação, 2022, 12 min.)
Lucy é uma menina de nove anos, vegetariana, que vive em um orfanato sonhando em um dia ser adotada. Ela tem o incrível dom de entender e falar com a natureza e com os animais, e nem mesmo os insetos escapam das suas conversas. 

Coelhitos e Gambazitas (de Thomas Larson, SP, animação, 2022, 10 min.)
Pelo ponto de vista do irmão mais velho, a história tem como pano de fundo o segundo casamento do pai e a formação de uma nova família com a madrasta e sua filhinha bebê. A convivência e os conflitos da relação familiar têm como foco principal a relação entre as crianças e os aparelhos eletrônicos, principalmente porque o irmão mais velho mistura a realidade concreta com a fantasia dos ambientes dos jogos.

Dia 17/12: 

Kubo e as cordas mágicas (de Travis Knight, animação, EUA, 2016, 101 min.)
Classificação indicativa: 8 anos

Kubo vive uma normal e tranquila vida em uma pequena vila no Japão com sua mãe. Até que um  espírito vingativo do passado muda completamente sua vida, ao fazer com que todos os tipos de
deuses e monstros o persigam. Agora, para sobreviver, Kubo terá de encontrar uma armadura mágica que foi usada pelo seu falecido pai, um lendário guerreiro samurai.

Principal equipamento cultural de Santa Catarina, o Centro Integrado de Cultura (CIC) volta a receber a exposição do Prêmio AF de Arte Contemporânea, mais importante premiação do estado promovida pela Aliança Francesa de Florianópolis. Os três finalistas da 9ª edição, Bill Or (Itajaí), Mauricio Igor (Florianópolis) e Lucas Pereira Elias (Sombrio), apresentarão suas obras em mostra coletiva no Espaço Lindolf Bell. O grande vencedor deste ano será anunciado na abertura da exposição no dia 30/11, às 19h e, como prêmio, fará uma residência artística de três meses na Cité Internationale des Arts, em Paris.

O consenso entre o júri da edição 2022 é que foi uma das seleções mais interessantes dos últimos anos, com artistas de altíssimo nível. Em comum, os três selecionados são artistas jovens, todos com menos de 30 anos mas com uma trajetória já muitíssimo consistente. Para a artista Anna Moraes, que assina a expografia e curadoria, a mostra que ao público a partir de 30 mostra um recorte interessante da novíssima geração de artistas que atuam no estado

— Ainda que jovens, é visível e reconhecido o potencial artístico dos três. Eles já têm em seus currículos participações em exposições, editais e prêmios importantes e uma rica atuação em pesquisa artística no campo da arte e cultura — diz Anna Moraes.

Transições entre ficção e realidade

Os três artistas têm uma produção baseada em percepções muito diferentes de mundo e utilizam mídias e suportes singulares. Bill Or, de Itajaí, por exemplo, pesquisa relações entre literatura e artes visuais, ficção e realidade, hardware e software, a partir de procedimentos de apropriação, coleção e edição com desdobramentos em performances, textos, áudios, vídeos, fotografias, desenhos e publicações.

Já Mauricio Igor, paraense radicado em Florianópolis, investiga questões de identidades em temas como gênero, sexualidade, miscigenação, decolonialidade e o cotidiano, desde a região amazônica, de onde é natural, aos trânsitos pelo Brasil e fora. Seus processos se desdobram em mídias como fotografias, vídeos, objetos, performances, textos e instalações.

Do Sul do Estado vem Lucas Pereira Elias, artista que elabora narrativas poéticas e políticas a partir da observação de objetos cotidianos, principalmente em aquarela sobre papel, bordado e acrílica sobre lona. Alia a pesquisa sobre temática ambiental que parte de uma relação afetiva e familiar principalmente com sua avó.  

Exposição com diferentes mídias

As obras selecionadas para a exposição transitam entre mídias, com desenhos e instalações, imagem e áudio, trabalho final e processo. 

— Uma característica bem interessante dos três é essa ideia mais aberta de processo e obra final, e de apresentar trabalhos que funcionam em relação com outros trabalhos — observa a curadora.

Além disso, a escolha dos trabalhos foi pautada na flexibilidade da apresentação, a partir da ideia de que as obras podem ser adaptadas de acordo com o espaço e recursos disponíveis.

— Isso é muito importante se pensarmos que o prêmio é uma residência artística em Paris, em que praticamente se leva um ateliê portátil para lá e se adapta ao meio para seguir produzindo. Estou bem ansiosa para a abertura, mas já tenho certeza que será uma exposição linda e instigante — diz Moraes. 

O Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2022 tem patrocínio da ENGIE. Apoio do Consulado da França em São Paulo, do Institut Français e da Fundação Catarinense de Cultura. A produção é Marte Cultural. Realização da Aliança Francesa de Florianópolis. 

Conheça os finalistas

Bill Or (1994) | Itajaí

Bill Or (Beatriz Ramalho Rodrigues) é  artista visual à frente de várias iniciativas voltadas para projetos editoriais. Nos últimos anos, seu interesse tem se voltado para as relações entre literatura e artes visuais, ficção e realidade, hardware e software. Seu trabalho se dá a partir de procedimentos de apropriação, coleção e edição com desdobramentos em performances, textos, áudios, vídeos, fotografias, desenhos e publicações. O processo da artista passa ainda pela edição como linguagem e tecnologia no campo editorial, com a presença marcante da repetição.  Já participou de diversas exposições e projetos individuais, como Começa Com o Toque do Dedo no Dorso da Máquina, na sala Edi Balod em Criciúma; Nomeáveis ou Como Chamar Coisas sem Nome, na Casa da Cultura Dide Brandão de itajaí; e sonho.software, executado com recursos do Lei Aldir Blanc, entre outras.

Mauricio Igor (1995) | Florianópolis

Nascido em Belém (PA) e radicado em Florianópolis, o artista atualmente transita entre essas duas cidades. É licenciado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Pará, teve passagem pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (Portugal) e atualmente é mestrando na Udesc. Sua pesquisa e produção passa pela investigação de questões de identidades em temas como gênero, sexualidade, miscigenação, decolonialidade e o cotidiano na região amazônica. Vem se dedicando a uma pesquisa acerca das poéticas sobre o corpo afro-amazônico em deslocamento, como o corpo sente e é sentido, como afeta e é afetado. Esses processos se desdobram em diferentes mídias, como fotografias, vídeos, objetos, performances, textos e instalações. Já participou de exposições e premiações como com o XVI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, da Fundação Nacional de Artes; Prêmio Rede Virtual de Arte e Cultura, da Fundação Cultural do Estado do Pará; e o 15º Salão de Artes de Itajaí, da Fundação Cultural de Itajaí, SC;  entre outros.

Lucas Pereira Elias (2000) | Sombrio

Nascido em Sombrio, no Sul do Estado, Elias é graduando em Artes Visuais pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). Como artista, seu trabalho passa pela elaboração de narrativas poéticas e políticas a partir da observação de objetos cotidianos.  Seus principais suportes e meios são a aquarela sobre papel, bordado e acrílica sobre lona. Ultimamente seu objeto de pesquisa passa pela temática ambiental por meio de uma visão afetiva e que parte de questões pessoais da história da avó, uma pescadora que nasceu às margens do Rio Araranguá. Nesse sentido, vem propondo o debate sobre a questão ambiental a partir do viés da tradição e da memória.  Embora ainda jovem, já passou por mostras importantes, como a 30º Mostra de Arte da Juventude no SESC Ribeirão preto (2021) e o 17º Salão Ubatuba de Artes Visuais (2021), além de ter recebido o prêmio Perspectiva Futura no 19° Território da Arte de Araraquara (2022).

Agende-se:

9º Prêmio AF de Arte Contemporânea
Abertura: 30/11/2022, às 19h
Visitação: 30/11/2022 a 15/1/2023, de terça a domingo, das 10h às 21h
Quanto: gratuito
Classificação Indicativa: livre

Texto: Carol Macario

Atenção: sessão deste domingo cancelada.

Confira abaixo a programação do Cineclube Cinema Unisul para esta semana. As sessões são realizadas de quinta a domingo, às 20h, com entrada gratuita, na Sala de Cinema Gilberto Gerlach, no Centro Integrado de Cultura (CIC).

01dezembroDia 01/12 - QUINTA-FEIRA | Planeta DOCComercializando a natureza (2015)
Direção: Denis Delestrac e Sandrine Feydel
Duração: 90 min
Sinopse: Este filme investiga a comercialização do mundo natural. Muitos economistas respeitados acreditam que a melhor maneira de proteger a natureza é colocar um preço nela. Mas outros temem que esse mercado na natureza possa levar as empresas a ter interesse financeiro na extinção de uma espécie. Que garantias temos de que nosso patrimônio natural será protegido? E nosso patrimônio ecológico deveria estar à venda?
Classificação Indicativa: Livre

 

 

02 e 04 dezembroDia 02/12 - SEXTA e Dia 04/12 - DOMINGO Cantando na Chuva (1952)
Direção: Stanley Donen, Gene Kelly
Duração: 104 min
Sinopse: Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) são dois dos astros mais famosos da época do cinema mudo em Hollywood. Seus filmes são um verdadeiro sucesso de público e as revistas inclusive apostam num relacionamento mais íntimo entre os dois, o que não existe na realidade. Mas uma novidade no mundo do cinema chega para mudar totalmente a situação de ambos no mundo da fama: o cinema falado, que logo se torna a nova moda entre os espectadores. Decidido a produzir um filme falado com o casal mais famoso do momento, Don e Lina precisam, entretanto , superar as dificuldades do novo método de se fazer cinema, para conseguir manter a fama conquistada.
Classificação Indicativa: Livre

 

 

03dezembroDia 03/12 - SÁBADO Vãnh gõ tõ Laklãnõ (2022)
Direção: Barbara Pettres, Flávia Person, Walderes Coctá Priprá
Duração: 25 min
Sinopse: O povo Laklãnõ/Xokleng era arredio, bravo, flechava mesmo. Seu território era o sul do Brasil. Perseguido pelo Estado, bugreiros e colonizadores, dizimado por doenças e mudanças no modo de vida, quase foi extinto. Após o contato com não indígenas, em 1914, ficou restrito a Santa Catarina. Vãnh gõ tõ Laklãnõ não tem tradução, significa algo como Resistência Laklãnõ, conduzida no filme por personagens indígenas: uma arqueóloga, um poeta, um pastor evangélico e kujá, uma professora, um cantor de rap. O filme reconstrói poeticamente o tempo do mato, a retomada da língua, o impacto de uma barragem, a presença das igrejas evangélicas e a questão do Marco Temporal, do qual o povo é protagonista.
Classificação Indicativa: Livre