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A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) não tem medido esforços na luta pela aprovação do Projeto de Lei 1075/2020, Lei Emergencial da Cultura, da Câmara Federal, que dispõe sobre ações destinadas ao setor cultural, enquanto perdurarem as medidas de isolamento ou quarentena estiverem vigentes, devido à Covid-19. A presidente da FCC, Ana Lúcia Coutinho, tem demonstrado o apoio do Estado em campanhas nas redes sociais e em reuniões com segmentos, a exemplo da promovida pelo Fórum Nacional de Secretários de Estado e Dirigentes da Cultura, no dia 20 de maio. O Fórum reuniu secretários de Estado, autoridades ligadas à cultura, deputados federais e estaduais, presidentes de Conselhos de Cultura do país, trabalhadores e fazedores de cultura, que atuam de diferentes formas nos campos da cultura e das artes.

Na noite de 22 de maio, foi a vez de participar de uma reunião on-line realizada pelo Conselho Estadual de Cultura (CEC), que reuniu autoridades, deputados, vereadores, artistas, conselheiros do CEC, músicos, folcloristas, gestores, e fazedores de cultura, com o intuito de congregar os diversos segmentos, na mobilização estadual pela aprovação do PL 1075. A reunião contou com a participação da presidente do Fórum Nacional de Cultura, Secretária da Cultura no estado do Pará, Úrsula Vidal; do presidente do CEC, Marcelo Seixas, que coordenou a reunião; da deputada Luciane Carminatti, presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC), além dos deputados estaduais Vicente Caropreso, Darci de Mattos, Fernando Krelling e deputada Paulinha.

Para Ana Lúcia, a reunião foi um momento de reencontro com o segmento da cultura e das artes, essencial para que num processo suprapartidário, o projeto seja aprovado e venha em socorro aos estados e municípios. Para isso, destaca a importância da união de todos em um único movimento, para que o recurso, parado em Brasília, seja distribuído aos estados e municípios. “O setor cultural é vital, que gera renda, emprego, riqueza e ajuda no desenvolvimento do nosso Estado, participando com 2,64% do PIB Nacional e 2,5% do PIB de Santa Catarina. O setor emprega diretamente mais de 47 mil profissionais, além de impulsionar transversalmente outros 68 setores da economia. Além disso, é fundamental para o equilíbrio social”, observa. Em pesquisa realizada recentemente pelo CEC, somente entre fevereiro e maio, a cadeia produtiva da cultura teve R$112,8 milhões de prejuízo, sendo que mais de 15 mil atividades culturais foram suspensas em Santa Catarina.

A proposta do PL 1075/2020 é que os recursos venham do superávit do Fundo Nacional de Cultura, avaliado em R$ 2,9 bilhões. “Esse dinheiro está parado em Brasília e pode ser distribuído nesse momento de dificuldade econômica, numa forma de respiro ao setor. As atividades culturais foram as primeiras a parar e devem ser as últimas a retornar, por causa da proibição de aglomeração de pessoas, devido à Covid-19”, explica Ana Lúcia. Se aprovada, a medida emergencial será repassada a produtores culturais, museus particulares, espaços artísticos, instituições culturais e artistas, que trabalham, em sua maioria, de maneira autônoma e sem renda fixa. O PL deve ser votado no Congresso Nacional no dia 26 de maio.

Em comemoração ao Dia Internacional do Sapateado, 25 de maio, a bailarina e professora Bia Mattar promove uma conversa on-line com profissionais renomados da área do sapateado. O encontro virtual ocorrerá nos dias 25 e 26 de maio, ao meio-dia, e contará com a participação de Steven Harper, Kika Sampaio, Stella Antunes e Valéria Pinheiro, que fazem parte da pesquisa que deu origem ao livro A História do Sapateado no Brasil, premiado no Edital Elisabete Anderle promovido pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), em 2019.

Os encontros ocorrerão, simultaneamente, nas páginas do Facebook e Youtube:
https://www.facebook.com/bia.mattar.5 e
https://www.youtube.com/user/biatap

O Núcleo de Ação Educativa (NAE) do Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), com o propósito de continuar a interação com seus diferentes públicos – mesmo que de forma virtual durante este período de quarentena em que a instituição encontra-se fechada, em razão das medidas para conter a disseminação da Covid-19 –, desenvolve o projeto MASC- Famílias em CasA, com conteúdos relacionados a obras e artistas representados na coleção do Museu, ou que participaram de exposições, bem como de outros assuntos interligados com a história, a memória do Museu e a produção de artes visuais. Os conteúdos serão divulgados semanalmente, sempre às sextas-feiras, nas páginas do MASC no Facebook e no Instagram, e estarão disponíveis na íntegra no site do Museu.

O objetivo do NAE/MASC é contribuir para momentos singulares de encontros virtuais com a arte e de diálogos, experimentações artísticas entre as pessoas que constituem os diferentes grupos de famílias unidas em suas casas neste momento de isolamento social, ou separadas por motivos de força maior, bem como criar outras possibilidades de trocas, compartilhamentos com familiares, amigos e colegas.

A primeira edição do projeto traz propostas de atividades a partir da exposição Thesaurus - Asp 70 anos, comemorativa aos 70 anos de nascimento do artista Carlos Asp, com curadoria de Ylmar Corrêa. A mostra apresenta ao público desenhos pertencentes ao acervo do MASC, de colecionadores e do próprio artista. Confira o material completo no link abaixo.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

::  MASC - Famílias em CasA: Exposição Thessaurus - Asp 70 anos

Contemplado no Edital Prêmio Catarinense de Cinema, promovido pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) em 2016, o curta documentário De Meiembipe a Chuquisaca: a Descoberta do Império Inca estreia nesta quinta-feira (21), às 17h, no YouTube. Com direção de Carolina Borges de Andrade, direção de arte e ilustrações de Eloar Guazzelli, direção de produção de Alexandre Peres de Pinho e animação de Lucas Feitosa, a obra narra a aventura do espanhol Aleixo Garcia pela principal transcontinental indígena do Cone Sul, o Peabiru, que se conectava ao Khapac Ñan, a rede de estradas incaicas, na Cordilheira dos Andes.

Verão de 1516. Uma embarcação espanhola naufraga em Meiembipe, atual Ilha de Santa Catarina. Ao sobreviver, Aleixo Garcia, protagoniza uma das maiores aventuras para um europeu em terras brasileiras: percorrer a pé, na companhia de centenas de guaranis, um trajeto de três mil quilômetros, de Florianópolis à Cordilheira dos Andes.

O filme, um híbrido de animação e live action, foi feito no melhor estilo BO (baixo orçamento) e reúne o gênero road movie, ou “filme de estrada”, já que os realizadores refizeram a viagem de Garcia nos dias atuais, percorrendo as principais cidades e estados brasileiros, paraguaios e bolivianos por onde passou o protagonista, no então Caminho do Peabiru, na tentativa de refazer a rota Guarani.

Além de estar onde esteve Garcia, o filme faz o telespectador embarcar ainda mais nesta aventura ao entrevistar pessoas dos três países, Brasil, Paraguai e Bolívia. Entre eles o jornalista e escritor brasileiro Eduardo Bueno, o Peninha, e o renomado guaraniólogo, o jesuíta Bartomeu Meliá, falecido em dezembro de 2019.

Segundo a diretora do documentário, Carolina Borges de Andrade, o edital do Prêmio Catarinense de Cinema possibilitou contar esta aventura em terras brasileiras, antes do início da colonização oficial do Brasil, e revelar a riqueza da cultura dos povos originários da região. “Por meio do filme é possível perceber o intercâmbio entre guaranis (terras baixas) e incas (terras altas). É imprescindível para a identidade brasileira, especialmente do sul do Brasil, o conhecimento da riquíssima história desse período”.

Para Guazzelli, premiado ilustrador e quadrinista, realizar a direção de arte para o curta-metragem foi, literalmente, uma aventura. O ilustrador percorreu com a equipe trechos da viagem no Brasil e na Bolívia. “Ao longo de muitas estradas e processos criativos, a equipe conseguiu recriar um universo maravilhoso e ainda desconhecido do grande público. E acho que deu muito certo”, comemora.

Reviver a rota de Aleixo Garcia também foi uma verdadeira aventura para a equipe que, além de enfrentar as dificuldades de qualquer grande viagem, os trâmites de cruzar várias aduanas e fronteiras com muitos equipamentos, ainda precisou ultrapassar um outro desafio para chegar ao destino. “Tínhamos muito material bom e uma história complexa para contar no pouco tempo do formato curta-metragem, então tivemos que ter desapego e maestria para chegar ao corte final”, destaca o diretor de produção, Alexandre Peres de Pinho.

O músico e pianista holandês Kristian Schot é o autor da trilha sonora original. A trilha original do filme, criada por ele, foi inspirada em canções de trovadores medievais dos séculos XV e XVI.

O curta-metragem de 25 minutos de duração foi inspirado no livro da jornalista e escritora Rosana Bond, “A Saga de Aleixo Garcia: o descobridor do Império Inca”, publicado pela Editora Aimberê (1998) e contemplado com o Prêmio Catarinense de Cinema.

A estreia na Internet

O filme poderá ser visto a partir das 17h, do dia 21 de maio, no YouTube.

É possível acompanhar detalhes da estreia e dos bastidores da produção do documentário através das redes sociais do documentário.

Acesse nos perfis:

Instagram: https://instagram.com/demeiembipeachuquisaca

Facebook: https://facebook.com/demeiembipeachuquisaca

YouTube: https://youtu.be/amEVxL6Vy2Q

Ficha Técnica

Título: de Meiembipe a Chuquisaca: a Descoberta do Império Inca

Direção e Roteiro: Carolina Borges de Andrade

Direção de Arte: Eloar Guazzelli

Direção de Produção e Montagem: Alexandre Peres de Pinho

Editor de Animação e Finalização: Lucas Feitosa

Trilha Sonora Original: Kristian Schot

Duração: 25 min

Ano: 2018

Realização: Arrebol Produções

Patrocínio: Prêmio Catarinense de Cinema/ Fundação Catarinense de Cultura

Apoio: Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC)

E-mail para contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Foi prorrogado até 29 de maio o prazo de inscrições no desafio de desenho "O Livro que eu Li", voltado a crianças com idades entre 0 e 14 anos, organizado pela Biblioteca Pública de Santa Catarina. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelos candidatos utilizando o formulário disponibilizado on-line. Cada participante só poderá inscrever um trabalho no desafio.

O objetivo do desafio é oferecer às crianças participantes uma atividade lúdica durante o período de isolamento domiciliar em decorrência da pandemia da Covid-19. Serão avaliadas a qualidade artística e a fidelidade do desenho ao livro escolhido. Como premiação, os ganhadores receberão um kit de livros infantojuvenis.

:: Clique aqui para acessar o formulário

Para participar, cada criança deve escolher um livro que leu e desenhar algo relacionado à obra (uma cena, um episódio, um personagem, entre outros). A modalidade é de desenho livre, inédito, sendo admitidas pinturas.

O arquivo com o desenho deve ser enviado ao e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., até 29 de maio de 2020, cumprindo as instruções determinadas no regulamento. As instruções e regras do desafio estão disponíveis no mesmo link de inscrição informado acima.

Serão premiadas crianças divididas em duas categorias: A – de 0 a 9 anos completos ou a completar no ano de 2020; e B – de 10 a 14 anos completos ou a completar no ano de 2020. O resultado será divulgado no dia 8 de junho e os kits começarão a ser enviados aos três ganhadores de cada modalidade pelos Correios, a partir de 10 de junho de 2020.

Até esta terça-feira, 19, foram feitas 141 inscrições.