Sexta-feira 16/07/2010
Horário: 21 horas
Espetáculo: Arlecchino e il suo doppio (Arlequim e seu duplo)
País de Origem: Itália
Companhia: Scuola Sperimentale dell´attore (Itália)
Claudia Contin é atriz e professora italiana. Como atriz, Claudia tem extensa pesquisa no uso da Commedia dell’arte, particularmente com o personagem Arlequim. Junto com Ferruccio Merisi, mantém a Scuola Sperimentale dell’attore, em Pordenone, norte da Itália, onde desenvolve o Progetto Sciamano, um trabalho criativo e pedagógico voltado para atores portadores de necessidades especiais. Tem vários livros publicados em diversas línguas sobre o universo da Commedia dell’arte e suas relações com a arte contemporânea. Claudia tem viajado o mundo (incluindo um período de três meses no Alto Xingu, Brasil) pesquisando conexões entre seu trabalho e outras culturas.
A Scuola Sperimentale dell’attore parte da Commedia dell’arte para fundar uma competência teatral rica e contemporânea. Trabalham com a construção de espetáculos e atividades pedagógicas. Sua notoriedade internacional se deve à reconstrução da tradição da Commedia dell’arte de forma experimental e contemporânea.
Ficha Técnica:
Atriz: Claudia Contin
Direção e dramaturgia: Ferruccio Merisi
Textos: Claudia Contin e Ferruccio Merisi
Figurinos e máscaras: Claudia Contin
Iluminação e cenários: Ferruccio Merisi
Release:
"Arlecchino e il suo Doppio - studio per una sopravvivenza" não é um espetáculo de “teatro no teatro”; é mais uma confissão, um “testamento em vida”, que afronta, com uma leveza feroz, um dos nós éticos do homem contemporâneo: ser ou não ser, engolir ou vomitar..."não" dormir, cantar talvez...
Acompanhando justamente alguns ícones sonoros e poéticos da história do rock, o espetáculo se desenrola sem conseguir abandonar a língua inglesa, aceita como língua do intercâmbio global e certo, não somente em sentido literal ou literário mas também em um sentido antropológico e psicanalítico como a língua de Hamlet....a quem o “arlequinês” do senhor Batocio responde seguramente através das rimas, onde pode....
Acompanhando justamente alguns ícones sonoros e poéticos da história do rock, o espetáculo se desenrola sem conseguir abandonar a língua inglesa, aceita como língua do intercâmbio global e certo, não somente em sentido literal ou literário mas também em um sentido antropológico e psicanalítico como a língua de Hamlet....a quem o “arlequinês” do senhor Batocio responde seguramente através das rimas, onde pode....
Website: http://www.hellequin.it
Sábado 17/07/2010
Horário: 20 horas
Espetáculo: Nakasoné
País de Origem: França
Companhia: Voix Polyphoniques
O “Voix Polyphoniques” é uma associação criada para trabalhar com a polifonia e o canto “A capella”, fundada por Brigitte Cirla, cantora e atriz, em 1991 em Paris, e se estabeleceu em Marselha, em 1993 e em “La Friche” em 1996. As três principais raízes de seu trabalho são:
- a criação e produção de performances em teatro musical, usando as tradições vocais e a escritura contemporânea do canto tradicional; - a transmissão vocal, através de workshops e práticas artísticas com amadores, profissionais, estudantes e participantes específicos (hospital, prisões...). O “Voix Polyphoniques” não é uma escola, mas propõe diversos projetos e ligados às artes à performance, e à exploração do corpo e da voz.; - os intercâmbios inter-culturais através de várias redes européias e internacionais.
- a criação e produção de performances em teatro musical, usando as tradições vocais e a escritura contemporânea do canto tradicional; - a transmissão vocal, através de workshops e práticas artísticas com amadores, profissionais, estudantes e participantes específicos (hospital, prisões...). O “Voix Polyphoniques” não é uma escola, mas propõe diversos projetos e ligados às artes à performance, e à exploração do corpo e da voz.; - os intercâmbios inter-culturais através de várias redes européias e internacionais.
Ficha Técnica:
Atriz: Brigitte Cirla
Produção e criação: Voix Polyphoniques
Release:
O palco: uma cozinha, com uma mesa, duas cadeiras, com uma mesa, uma geladeira, alguns vegetais, uma faca.
A cena: um casal cozinha e é cozido, dueto apaixonado ou conflito doméstico?
O estilo: tragi-comédia burlesca com vocalizes líricos. A história visual é inspirada nas pinturas de Balthus, porém sem buscar ilustrá-las ou reproduzi-las.
O estilo: tragi-comédia burlesca com vocalizes líricos. A história visual é inspirada nas pinturas de Balthus, porém sem buscar ilustrá-las ou reproduzi-las.
Os objetos não são usados em sua função usual: o ato de descascar as verduras e legumes se torna as cores de um pintor. A geladeira, corpo luminoso, por vezes é um altar, um pequeno castelo, uma parceira ou a própria geladeira.
A trama da história: relacionamento diário entre um homem e uma mulher, Homem e Mulher. Vida cotidiana, em uma linguagem que não entendemos, porém que ecoa profundamente em nós mesmos, e que simplesmente nos lembra a essência das relações humanas. A trama é a canção, a música, as linguagens curda, cigana, húngara, íidiche, napolitana, grega ortodoxa que soa com estranheza e familiaridade.
Website:http://www.voixpolyphoniques.org
Domingo 18/07/2010
Horário: 20 horas
Espetáculo: Semillas de memoria (Sementes de memória)
País de Origem: Argentina e Dinamarca
Ficha Técnica:
Direção: Julia Varley (Odin Teatret- Dinamarca)
Atriz: Ana Woolf
Cenografia: Elias Leguizamón (Argentina)
Dramaturgia: Julia Varley
Texto: Ana Woolf
Release:
É um espetáculo sobre a ausência: a ausência de um pai, a ausência de um corpo para dar sepultura e a ausência de pessoas desaparecidas. Mas a ausência gera seu contrário: resistência, presença e identidade.
A ausência é o ponto de partida para construir uma obra que contenha ambas as coisas: uma mensagem pessoal e um discurso histórico.
Terça-feira 20/07/2010
Horário: 20 horas
Espetáculo:
My life as a man (Minha vida como homem)
País de Origem: Noruega
Companhia: Grenland Friteater
Grenland Friteater é um dos grupos teatrais independentes mais antigos da Noruega. Foi criado em 1976, em Porsgrunn, Noruega. Tem o seu próprio espaço, um pequeno teatro na cidade industrial de Porsgrunn. Geddy Aniksdal é membro do grupo desde 1981. Ela participa da maior parte das performances realizadas pelo grupo. Ela trabalha como atriz, diretora e pedagoga e faz parte do The Magdalena Project desde seu início, em 1986.
Elenco:
Geddy Aniksdal
Release:
Uma história da origem dos meus trabalhos na sala de ensaio, quando surgiram e se concretizaram os meus personagens. Minhas histórias no teatro, as razões pelas quais eu faço teatro, o encontro com o outro que se torna possível através do trabalho. Também uma história sobre encontrar seu próprio lugar.
Website: http://www.grenlandfriteater.com
Horários - Dia 16 às 21:00 horas e Dias 17, 18 e 20 às 20:00 horas
Valores - R$ 20,00 R$ 10,00 meia entrada. - NÃO ACEITA CHEQUE
Valores - R$ 20,00 R$ 10,00 meia entrada. - NÃO ACEITA CHEQUE