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14ª Bienal Internacional Arte Contemporânea de Curitiba – Polo SC

Categoria :
MASC
Data:
20/10/2019
Local
Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) - Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica, Florianópolis - SC, 88025-202
Brasil

A partir de 28 de setembro, sábado, o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) receberá a programação da 14ª Bienal Internacional Arte Contemporânea de Curitiba – Polo SC. As exposições ficarão em cartaz até 1º de dezembro de 2019. Estarão em cartaz as mostras: Fronteiras em Aberto; Fardo, de Diego de Los Campos, Depoisantes - de Fernando Lindote e DES-TEMPO – de Meg Tomio Rousseng (Diálogos com o Acervo).

Permanece em cartaz a exposição de longa duração Coleção MASC – 70 anos - comemorativa aos 40 anos da Fundação Catarinense de Cultura e sete décadas de criação do museu.

Fronteiras em Aberto, Coletiva no Masc

Dentro da programação da 14ª Bienal Internacional de Curitiba – Polo SC, foi lançada uma chamada aberta aos artistas para inscrição de trabalhos que fariam parte de uma coletiva no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC). São pinturas, esculturas, instalações e fotografias. A comissão de seleção foi composta pela equipe curatorial da Bienal Internacional de Curitiba – Polo SC, Francine Goudel, Juliana Crispe e Sandra Makowiecky, com a participação dos curadores, pesquisadores e gestores, Daniele Zacarão, Franzoi, Fernando Boppré e Susana Bianchini, no intuito de abranger um cenário de reconhecimento ampliado do estado, uma vez que cada membro é atuante em uma macrorregião catarinense.

Artistas: Adriana Mdos Santos, Alejandro Lloret, Aline Dias, Andrea Eichenberger, Andressa Argenta, Andrey Roca, Anna Moraes, Atomic Shadows Art (Marco Ramos e Olavo Kucker), Claudia Zimmer, Coletivo Inço (Diana Chiodelli e Audrian Cassanelli), Cristina Brattig Almeida, Cyntia Werner, Diego Rayck, Dirce Körbes, Dora Naspolini, Elke Hulse, Fabio Dudas, Fê Luz, Flávia Duzzo, Gustavo Reginato, Henry Goulart, Ilca Barcellos, Isadora Stähelin e Sofia Brightwell, Jairo Valdati, Jan M.O, Janaina Corá, Janor Vasconcelos, João Miot, José Maria Dias da Cruz, Kellyn Batistela, LaÏs Krücken, Leandro Jung, Leandro Maman, Leandro Serpa, Lena Peixer, Letícia Cardoso, Lilian Barbon, Lucila Horn, Marivone Dias, Marta Facco, Marta Berger, Martha Ozol, Odete Calderan, Patricia Di Loreto, Ricardo Ramos, Rosane Cechinel, Rosangela Becker, Sara Ramos, Sarah Uriarte e Kim Coimba, Sebastião G. Branco, Simone Milak, Sofia Brito, Sonia Loren, Tarcisio Ullrich e TiroTTi.

Fardo, de Diego de Los Campos

Instalação que retrata o cansaço, o caos. "As máquinas que engrenam os corpos na contemporaneidade parecem operar sob orquestras que partem de uma cultura midiática que cria ritmos padronizados, engessamentos, imobilizações dos corpos-fardos que, quando em espasmos, se movem por outras mãos que não os deixam ser livres. Esse processo repetitivo pretende também contaminar os corpos-desejantes, aqueles que desejam ser processo de criação constante, que fogem das normatizações e que criam rizomas, corpos sem bordas, em desterritorializações", conforme a curadoria, composta por Francine Goudel, Juliana Crispe e Sandra Makowiecky.


Depoisantes, de Fernando Lindote

A mostra terá pinturas do artista catarinense Fernando Lindote. De criação do próprio artista, o termo “depoisantes”, no contexto da 14ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba, sob o conceito geral da edição "Fronteiras em Aberto", trata da relação entre as fronteiras do tempo. Entre origens e possíveis sucessões, a questão posta por Fernando Lindote demarca uma reflexão sobre o sentido de procedência, a gênese e expansão da história da arte, literatura, filosofia. Curadoria: Francine Goudel, Juliana Crispe e Sandra Makowiecky.

DES-TEMPO, de Meg Tomio Roussenq

As pinturas da mostra Des-tempo propõem atravessar camadas da memória, do corpo-carne, da impermanência, das paisagens moventes que se formam fora e dentro de nós. Perpassa tempos que se contaminam entre fronteiras psíquicas, geográficas, corporais, biológicas e literárias. Também evidencia concentrações fluídas do que nos constituem, em nossas entranhas. Meg flexiona ações entre vida e morte, em processo de (de)composição do que somos; entre a realidade e a ficção, em uma arquitetura que compõe vários planos. Nessas variantes da composição, a carne é capaz de carregar percepções e afecções, a carne constitui o ser da sensação. Carne como casa, habitat do animal, lugar nosso de imersão na força cósmica do universo. Curadoria: Juliana Crispe.

Serviço:

14ª Bienal Internacional Arte Contemporânea de Curitiba – Polo SC
Abertura: 28 de setembro às 17h
Local: Museu de Arte de Santa Catarina (MASC)
Visitação: até 1º de dezembro de 2019
Horários: de terça a domingo, das 10h às 21h
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita.

 
 

Todas as Datas:

  • De 28/09/2019 até 01/12/2019
    Domingo, Terça, Quarta, Quinta, Sexta & Sábado

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